Apocalipse
Apocalipse 13
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1E vi levantar-se do niar uma Besta, que tinha sete cabeças e dez cornos, e sobre os seus cornos dez diademas,:e sobre as suas cabeças nomes de blasfêmia. de quatro bestas tinha também visto Daniel levantarem-se do mar quatro grandes impérios. Onde pelo mar se deve entender a agitação das coisas humanas figuradas pelo mar, sobre o qual assopram todos os ventos. Dan 7, 2. — Bossuet. que é verdadeiramente a chave das profecias do Apocalipse, nos descobre que esta Besta não é outra que o império de Roma pagã, besta - E esta Besta que eu vi, era semelhante a um Ico-. pardo, e os seus pés como pés de urso, a sua boca conto boca de leão. E o dragão lhe deu a sua força e o seu grande poder. Roma no fim da primeira epístola de 2Et bestia, quam vidi, similis erat pardo, et pedes ejus sicut pedes ursi, et os ejus sicut os leonis. Et dedit illi draco virtutem suam, et potestatem magnam.vg 3Et vidi unum de capitibus suis quasi occisum in mortem: et plaga mortis ejus curata est. Et admirata est universa terra post bestiam.vg 4Et adoraverunt draconem, qui dedit potestatem bestiæ: et adoraverunt bestiam, dicentes: Quis similis bestiæ? et quis poterit pugnare cum ea?vg 5Pedro. Os dez cornos da besta, ja notamos noutra parte que simbolizam os dez reis ou as dez nações em que os dividiu pelo tempo adiante o império de Roma. Mas como sendo só sete as cabeças, são contudo dez os cornos, parece que a considerar nisto algum mistério, devemos crer 3 E vi uma das suas cabeças como ferida de morte: E foi curada a sua ferida mortal. E se maravilhou toda a terra após a Besta. ' 4 E adoraram ao dragão, que deu poder à Besta: • E adoraram a Besta, dizendo: Quem há semelhante à Besta? e quem poderá pelejar contra ela? 5 • E foi dada à Besta uma boca, que se gloriava coni insolência e pronunciava blasfênias: E foi-lhe dado poder de fazer guerra por quarenta e dois meses. • 6E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar o seu nome, o seu Tabernáculo, e os que habitam no Céu. brutal, a sua enorme grossura, o seu aspecto carrancudo e feroz 7E foi-lhe concedido que fizesse guerra aos santos, e que os vencesse. E foi-lhe dado poder sobre toda a tribo, povo, língua e nação. 8E todos os habitantes da terra a adoraram: Aque-• les, cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro, que foi imolado desde o princípio do mundo. 9Se alguém tem ouvidos, ouça. 10Aquele que levar para o cativeiro, irá para o cativeiro: Aquele que matar à espada, importa que seja morto à espada. Aqui está a paciência e a fé dos Santos. 11E vi outra Besta, que subia da terra, e que tinha dois cornos semelhantes aos do cordeiro, e que falava como o dragão. 12E ela evercitava todo o poder da primeira Besta na sua presença, e tez que a terra, e os que à habitam, adorassem a primeira Besta, cuja ferida mortal tinha sido curada. 13E obrou grandes prodígios, de sorte que até fazia descer fogo do Céu sobre a terra à vista dos homens. 14E seduziu aos habitadores da terra com os prodígios, que se lhe permitiram fazer diante da Besta, dizendo aos habitantes da terra que fizessem uma imagem da Besta, que tinha recebido um golpe de espada, e ainda estava viva. 15E foi-lhe concedido que comunicasse espírito a imagem da Besta, e que falasse a tal imagem da mesma Besta: E que fizesse que fossem mortos todos aqueles que ¿não tivessem adorado a imagem da Besta. 16E a todos os homens pequenos, e grandes, e ricos, e pobres, e livres, e escravos fará ler um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas: 17E que nenhum possa comprar, nem vender, senão o que tiver o sinal, ou nome da Besta, ou o número do seu nome.. 18Aqui há sabedoria. Quem tem inteligência, calcule o número da Besta. Porque é número de homem: E o número dela é seiscentos e sessenta e seis.