Proféticos
Isaías 65
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1e caimos todos como a folha, e as nossas iniquidades como um vento nos arrebataram. 7 Não há quem invoque o teu nome: Quem se levante e te detenha: Escondeste de nós a tua face, e nos esmigalhaste entre as mãos da nossa iniquidade. 8 E agora, Senhor, tu és nosso pai e nós não sonos senão barro: E tu és o nosso Opifice, e todos nós somos obras das tuas mãos. 9 Não te agastes muito, Senhor, e não te lembres mais da nossa iniquidade, eis-nos aqui, olha para nós, todos nós somos o teu povo: 10 2Expandi manus meas tota die ad populum incredulum, qui graditur in via non bona post cogitationes suas.vg 3Populus qui ad iracundiam provocat me ante faciem meam semper; qui immolant in hortis, et sacrificant super lateres;vg 4cidade do teu santo se fez deserta, Sião ficou erma, Jerusalém está desolada. 11 A casa da nossa santificação, e da nossa glória onde nossos pais te louvarani, reduziu-se a um abrasamento de fogo, e todas as nossas coisas apetecíveis vieram a converter-se em ruínas. 12 Acaso conter-te-ás ainda, Senhor, à vista destas desgraças, ficarás calado, e afligir-nos-ás até às últimas? 1 Buscaram-me os que antes não perguntavam por mim, acharam-me os que me não buscaram: Eu disse: MANCHADO — E' muito para se considerar, que a justiça que se acha na lel em comparação da pureza evangélica, se nomela aqui imundícla. — 5Jerônimo. Eis-aqui fui eu, eis-aqui fui eu para uma gente, que não invocava o meu nome. 2 Estendi as minhas mãos todo o dia a um povo incrédulo, que anda por um caminho não bom após dos seus pensamentos. 3 E este um povo que sempre me está para diante da minha face provocando a ira: Que imolam vítimas nos jardins, e sacrificam sobre ladrilhos: 4 Que habitam nos sepulcros, e dormem nos templos dos ídolos: Que comen carnes de porco, e um caldo profano, em suas taças. 5 Os quais dizem: Afasta-te de mim, não te avizinhes para mim, porque estás imundo: Estes serão um fumo no meu furor, um fogo que arderá todo o dia. 6Eis-aí está que o seu pecado se acha escrito diante de mim: Eu não me calarei, mas eu os recompensarei. e lhes retribuirei dentro do seio deles. 7As vossas iniquidades. e juntamente as inigüidades de vossos pais. diz o Senhor, os quais sacrificaram sobre os montes, e sobre os outeiros me afrontaram em rosto, e remunerarei a sua primeira obra 11o seio deles. 8Eis-aqui o que diz o Senhor: Como quando se acha um formoso bago num cacho de uvas, e se diz: Não desperdices, porque é bênção: Assim farei eu por amor de meus servos, de sorte que o não destrua de todo. DIANTE DE MIM — Todos os nossos pecados estão patentes aos olhos de Deus, e escritos naqueles livros, dos quais se lê em Daniel: "Foram postos os tronos e abertos os livros." Dan 7, 10. — S. Je- °) E farei sair de Jacó uina posteridade, e de Judá um descendente, quie possua os meus montes: E os meus escolhidos herdarão esta terra, e os meus servos habitarão nela. 9Et educam de Jacob semen, et de Juda possidentem montes meos; et hæreditabunt eam electi mei, et servi mei habitabunt ibi.vg 10E as campinas servirão de tapada de rebanhos, e o vale de Acor de colheita de gados para os de meu povo, que me buscaram. 11E quanto a vos, que deixastes o Senhor, que vos esquecestes do meu santo monte, que pondes mesa à Fortuna, e derramais libações sobre ela: 12Eu vos farei passar por conta ao fio da espada e todos caireis nessa matança: Porque eu chamei e vós não respondestes: Falei, e vós não ouvistes: E fazíeis o mal diante de meus olhos, e escolhestes o que eu não quis. 13Por esta causa o Senhor Deus diz isto: Eis-ai está que os meus servos comerão, e vós tereis fone: Fis-aí está que os meus servos beberão, e vós tereis sede: 14Eis-ai está que os meus servos se alegrarão, e vós sereis confundidos: Eis-ai está que os meus servos cantarão louvores pela exaltação do seu coração, e vós dareis gritos pela dor do vosso mesmo coração, e pelo quebrantamento do vosso espírito uivareis. 15E deixareis o vosso nome para juramento aos meus escolhidos: E o Senhor Deus te matará, e a seus servos chamará por outro nome. 16No qual o que é abençoado sobre a terra, será abençoado do Deus da verdade: E o que jura sobre a terra, jurará no Deus da verdade: Porque foram entregues ao esquecimento as primeiras angústias, e porque ficaramn escondidas de meus olhos. 17Porque eis-aqui estou eu que crio uns céus novos, e uma terra nova: E não persistirão na memória as primeiras calamidades, nem subirão sobre o coração. 18Mas vós folgareis, e exultarei para sempre naquelas coisas que eu crio: Porque eis-aqui estou eu que crio a Jerusaléin para exultação, e ao seu povo para gozo. 19E exultarei em Jerusalém, e folgarei no meu povo: E não se ouvirá dali por diante nele voz de choro, nem voz de lamento. 20Não haverá ali mais menino de dias nem velho que não encha os seus dias: Porque o menino morrerá de cem anos, e o pecador de cem anos sera amaldiçoado. 21E edificarão casas e habitarão nelas: E plantarão vinhas e comerão o seu fruto. 22Não lhes sucederá edificarem eles casas, ser oultro quem as habite: Nem plantarein eles vinhas e vir outro que as desfrute: Porque os dias do meu povo serão segundo os dias da árvore: E as obras das suas mãos envelhecerão: 23Os meus escolhidos não trabalharão debalde, nem eles gerarão filhos para turbação: Porque é esta uma estirpe de benditos do Senhor, e seus netos com eles: 24E acontecerá que 'antes que eles bradem, eu os escutarei: Estando eles ainda falando, eu os ouvirei. 25O lobo e o cordeiro se apascentarão juntos, o leão e o boi comerão a palha: E o pó será para a serpente o seu pão: Eles não farão mal, nem matarão em todo o meu santo monte, diz o Senhor.