Sapienciais
Jó 20
1meu peito. 28 Porque dizeis pois agora: Persigamo-lo, e achemos raiz de palavras contra ele? 29 Fugi pois de diante da espada, porque há espada vingadoura das iniquidades: E sabei que há juízo. 1 E respondendo Sofar de Naamat, disse: 2Por isso a mim me vêm pensamentos sobre pensamentos, e o meu espírito é arrebatado a diversas coisas. 3Ouvirei a doutrina, com que me arguís, e o espírito da minha inteligência responderá por mim. 4Isto sei eu desde o princípio, desde que o homem foi posto sobre a terra, 5que é breve o louvor dos ímpios, e a alegria do hipócrita como de um momento. 6Se a sua soberba subir até ao céu, e a sua cabeça tocar nas nuvens: 7Enfim perecerá como um monturo: E os que o viam, dirão: Onde está? 8Como sonho que voa não será achado, desaparecerá como visão noturna. 9O olho que o havia visto, não o verá, nem o verá mais a sua morada. 10Os seus filhos serão consumidos da pobreza, e as suas mãos lhe tornarão a sua dor. 11Os seus ossos se encherão dos vícios da sua 1o-. cidade, e com ele dormirão no pó. 12Porque quando o mal for doce na sua boca, escondê-lo-á debaixo da sua língua. 13Poupá-lo-á, e não o deixará, e o reterá na sua garganta. 14O seu pão nas suas entranhas se converterá interiormente em fel de áspides. 15Vomitará as riquezas, que devorou, e Deus lhas fará sair das entranhas. 16Chupará a cabeça de áspides, e a língua da víbora o matará. 17Jamais veja ele correntes de rio, nem torrentes de mel, e de manteiga. 18Pagará tudo o que fez, mas nem por isso será Os seus prúprios crimes, as injúrias e vlolências que fez ao seu próximo, se voltarão contra o implo e lhe causarão o seu malor tormento. - Sacy. Jó 20, 19-26 • consumido: Segundo a multidão de seus embustes, assim será a sua pena. 19Porque oprimindo despia os pobres: Roubou casas, e não as edificou. • 20Nem se saciou o seu ventre: E quando tiver o que havia cobiçado, não o poderá possuir. 21Não sobrou da sua comida, e por isso nada permanecerá de seus bens. 22Depois que se fartar padecerá ansias, e se abrasará e toda a sorte de dores virá sobre ele. 23Oxalá se encha o seu ventre para que envie contra ele a ira do seu furor, e faça chover sobre ele a sua vingança. 24Fugirá das armas de ferro, e cairá no arco de bronze. 25A espada tirada, e que sai da sua bainha, e que rutila como o relâmpago em sua amargura: Trão, e virão sobre ele os horríveis. 26Todas as trevas estão escondidas no interior da sula alma: Devorá-lo-á fogo, que não se acende, será penetrado de aflição o que ficar na sua tenda. 27Os céus revelarão a sua iniquidade, e a terra se levantará contra ele. 28Ficará ao desamparo o fruto da sua casa, será arrancado no dia do furor de Deus. 29Esta é a sorte que receberá de Deus o homem impio, e a herança que haverá do Senhor pelas suas palavras: