Sapienciais
Salmos 103
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1Do mesmo Davi. Bendiz, ó alma minha, ao Senhor: Senhor Deus meu, tu te tens engrandecido poderosamente. De glória, e de formosura te tens vestido: 2Coberto de lume como de vestidura: Que estendes o céu como um pavilhão: 3Que cobres com águas os seus mais altos lugares. Que pões uma nuvem para tua subida: Que andas sobre as asas dos ventos. 4Que fazes aos teus anjos espíritos e aos teus ministros fogo queimador. 5Que fundaste a terra sobre a sua própria estabilidade: Não se inclinará pelos séculos dos séculos. 6O abismo a cinge a ela, como um vestido: Sobre os montes estarão as águas. 7À tua ameaça fugiram: À voz do teu trovão temeram. 8Sobem os montes, e descem as campinas ao lugar que lhes estabeleceste. plus estime sur cetto matiéro si souvont traitée, en proso et en vera, depuis Hesiode jusqu'a Ovide, depuis Ciceron et Pline jusqu'a Bullon, et nous ne craignons pas qu'on puisse ensuite en citer qui 9Termo lhes puseste, que não traspassaram e não voltaram a cobrir a terra. 10Que fazes sair fontes nos vales: Por meio dos montes passarão as águas. 11Beberão todos os animais do campo: Suspirarão por elas os onagros na sua sede. 12Sobre elas morarão as aves do Céu: As quais do meio dos rochedos darão vozes. 13Que regas os montes das águas mais altas: Do fruto de tuas obras se saciara a terra: 14Que produzes feno para as alimárias, e erva para o serviço dos homens. Para fazer sair o pão do seio da ferra: 15E o vinho que alegra o coração do homem. O azeite para que o homem faça brilhar o seu rosto: E com o pão corrobore o seu coração. 16Saciar-se-ão as árvores do campo, e os cedros do Líbano que plantou: 17Ali farão ninho as aves. 1s cosa dantes altos es serre de guia a celasos: "s penhascos para os ouriços cacheiros. 18Montes excelsi cervis; petra refugium herinaciis.vg 19Fez a lua para designar os tempos: O sol conheo seu ocaso. 20Puseste trevas, e foi feita a noite: Nela transitarão todas as alimárias da selva. 21Os cachorros dos leões rugem em busca da presa, e para pedirem a Deus o seu sustento. 22Saiu o sol, e recolheram-se: E meter-se-ão nos seus covis. 23Sairá o homem à sua obra: aos seus trabalhos até à noite. 24Quão magníficas são as tuas obras, Senhor! todas as coisas fizeste com sabedoria! cheia está a terra da tua possessão. 25Este mar grande, e largo de braços: Ali existem peixes que não têm número. Animais pequenos e grandes: 26Ali transitaram as naus. Este dragão, que formaste para zombar no mar: 27Todos esperam de ti que lhes dês de comer a seu tempo. 28Dando-lho tu, eles recolherão: Abrindo tu a tua mão, todos se encherão de bens. 29Mas se tu apartares o teu rosto, turbar-se-ão: Tirar-lhe-ás o espírito, e deixarão de ser, e tornar-se-ão no seu pó. 30Enviarás o teu espírito, e serão criados: E renovarás a face da terra. 31Seja a glória do Senhor para sempre: Alegrar-se-á o Senhor nas suas obras: 32O que olha para a terra, e a faz estremecer: O que loca os montes, e fumegam. 33Cantarei ao Senhor em todo o espaço da minha vida: Cantarei salmos ao meu Deus enquanto eu subsistir. 34Sejam-lhe aceitas as minhas palavras: Eu certamente me deleitarei no Senhor. 35Feneçam da terra os pecadores, e os iníquos, de modo que não subsistam: Bendiz, ó alma minha, ao Senhor. Aleluia. (1 Par 16, 18.).