Sapienciais
Salmos 147
1Louva, ó Jerusalém, ao Senhor: Louva, ó Sião, o teu Deus. 2Porque fortificou os ferrolhos das tuas portas: Abençoou os teus filhos dentro de ti. 3O que estabeleceu a paz nos teus limites e da flor da farinha te farta. 4O que envia a sua palavra à terra: Velozmente corre a sua palavra. 5O que dá neve como lã: Espalha a névoa como cinza. 6Envia o seu gelo como em pedaços de pão: Diante da intensão do seu frio quem poderá suster-se? 7Enviará a sua palavra, e os derreterá: Soprará o seu espírito, e correrão feitos em águas. ALELUIA — No fim deste salmo, e não no princípio, é que se le Halelu-iah no hebreu, o que dá a entender que os hebreus o consideram como uma continuação do precedente, e o assunto é sem dúvida o mesmo. Como no salmo IX, se apartaram os gregos 8O que anuncia a sua palavra a Jacó: As suas justiças, e juízos a Israel. 9Não se fez assim a toda a outra nação: E não lhes manifestou os seus juízos, Aleluia. 4GV!10:653...)