Sapienciais
Salmos 62
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1Ouando estava no deserto da Iduméia. (1 Rs 22, 5.) 2O' Deus, ó meu Deus, em ti estou vigilante desde o raiar da luz. De ti tem sede a minha alma, a minha carne por ti suspira. 3Nesta terra deserta, e sem caminho, e sem água: Porque em teu santuário te contemplei, vi o teu poder, e a tua glória. 4Porque a tua misericórdia é melhor que a mesma vida: Os meus lábios te louvarão. 5Assim te bendirei em minha vida: E invocando o teu nome levantarei as minhas mãos. • Como de banha e de gordura será farta a minha alma: E com lábios de júbilo te louvará a minha boca, 6Sicut adipe et pinguedine repleatur anima mea, et labiis exsultationis laudabit os meum.vg 7quando me tenho lembrado de ti sobre o meu leito passo as minhas madrugadas meditando em ti: 8Porque foste meu defensor. E à sombra das tuas asas exultei, 9a minha alma vai unida após de ti: A tua destra me fortalece. 10Mas eles em vão procuram tirar-me a vida, entrarão nas profundidades da terra: 11Serão entregues nas mãos da espada, presa serão das raposas. 12Mas o rei se alegrará em Deus, louvados serão odos os que juram por ele: Pois su fechos a boca aos rue falam coisas iníquas. (5 Ao regente do coro.