
São Sisto II, papa, e seus companheiros, mártires
São Sisto II, papa, e companheiros, mártires
Roma, Itália
Papa por menos de um ano, Sisto II foi morto em 258 nas catacumbas de São Calisto, com diáconos de Roma, na perseguição do imperador Valeriano.
Arte: São Sisto II entrega os tesouros da Igreja a São Lourenço (Capela Nicolina), Fra Angelico, c. 1447–1449 · Public domain · fonte
Biografia
Sisto (ou Xisto) II foi eleito bispo de Roma em 257. De temperamento conciliador, o biógrafo de São Cipriano o chama de "sacerdote bom e pacífico": restabeleceu as boas relações com as Igrejas da África e da Ásia Menor, abaladas pela discussão sobre o rebatismo dos hereges, embora mantendo o costume romano de não repetir o batismo.
Em 258, um novo edito do imperador Valeriano ordenou a execução imediata de bispos, presbíteros e diáconos. No dia 6 de agosto, o papa foi surpreendido enquanto presidia uma reunião dos fiéis no cemitério de Calisto e foi decapitado ali mesmo, junto com quatro diáconos: Januário, Vicente, Magno e Estêvão. No mesmo dia morreram também os diáconos Felicíssimo e Agapito.
Quatro dias depois foi martirizado o diácono Lourenço. Sisto foi sepultado na Cripta dos Papas, nas catacumbas de São Calisto, e seu nome é lembrado no Cânon Romano da Missa.
Como nos inspira hoje
Sisto II e seus diáconos foram presos justamente quando reuniam a comunidade para rezar. Eles recordam que a Igreja é, antes de tudo, uma família reunida em torno de Cristo, e inspiram a unir firmeza e mansidão, sem renunciar à fé nem ao espírito de paz.
Símbolos
- vestes papais
- palma do martírio
- espada
- bolsa entregue a São Lourenço
Oração
Senhor, que destes ao papa São Sisto II e a seus diáconos a graça de entregar a vida por amor de vosso Nome, fortalecei a vossa Igreja nas perseguições. Fazei-nos fiéis à oração em comum e firmes na fé, com um coração pacífico. Amém.
Oração composta para o app.