São Cirilo de Alexandria, bispo e doutor da Igreja
Padroado
- Alexandria (Igreja copta e Igreja católica)
Sábado, 27 de junho de 2026
Ano A · Semana II
Memórias facultativasSão Cirilo de Alexandria, bispo e doutor da Igreja
Leituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB2 versículos ainda não foram recuperados na digitalização do Figueiredo e aparecem como […].
Textos na tradução Figueiredo (domínio público). As leituras oficiais em português são da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB2O Senhor precipitou tudo o que havia de especioso em Jacó, e não perdoou a nada: Ele destruiu no seu furor as fortificações das virgens de Judá, e as lançou por terra: Tratou como profanos ao reino, e aos seus príncipes. 10Os velhos da filha de Sião se assentaram em terra, ficaram em silêncio: Cobriram as suas cabeças de cinza, vestiram-se de cilícios, as virgens de Jerusalém abaixaram as suas cabeças até à terra. 11Os meus olhos enfraqueceram à força de chorar, as minhas entranhas se turbaram: O meu figado se derramou pela terra vendo a ruína da filha do meu povo, quando caíram mortos os meninos e as crianças de mama nas praças da cidade. 12Eles diziam a suas mães: Onde está o trigo e o vinho? Quando, como se fossem feridos, desfaleciam nas praças da cidade: Quando exaltavam as suas almas no seio de suas mães. MEM 13A quein te compararei? Ou a quem te assemeIharei, filha de Jerusalém? A quem te igualarei, e como te consolarei, ó virgem filha de Sião? Porque grande é como o mar o teu desfalecimento: Quem te remediará? NUN 14Os teus profetas viram para ti coisas falsas, e fátuas, e não te manifestavam a tua iniquidade, para te excitarem à penitência: E viram para ti profecias falsas de desgraça, e para os teus inimigos a expulsão da Judéia. 18O seu coração clamou ao Senhor sobre os muros da filha de Sião: Faze correr uma como torrente de lá- grimas de dia, e de noite: Não te dês descanso algum, nem a menina do teu olho se cale. 19Levanta-te, louva de noite no princípio das vigílias: Derrama o teu coração como água diante do acatamento do Senhor: Levanta as tuas mãos a ele pela alma de teus filhinhos, que caíram mortos de fome a todos os cantos das ruas. RES
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Salmo didático composto por Asaf. Por que razão, ó Deus, nos hás desamparado para sempre? Incendido está o teu furor sobre as ovelhas do teu pasto?
2Lembra-te da tua congregação, que possuíste desde o princípio. Tu remediaste a porção da tua herança: O monte de Sião em que te aprouve habitar. CIDADE DE SLÃO — Assim traduz Glaire o Fillie Sion da Vulgata. ção de Glaire. Este salmo é muitas vezes citado por muitos críticos contemporâneos da época dos Macabeus. 1 Mac 4, 38-46; 9, 27; 14, 41. Pode ter sido composto depois da tomada de Jerusalém ou da destruição do templo de Salomão por Nabucodonosor.*
3Leva manus tuas in superbias eorum in finem: quanta malignatus est inimicus in sancto!vg
4R$ 24; 2 Par 36: Jer 52. Tem oito estrofes. Primeira (1-3). Suplica 3 Levanta as tuas mãos contra as soberbas deles até ao fim: Quantas maldades tem cometido o inimigo no Santuário! 4 E os que te aborreceram, gloriaram-se: No meio da tua solenidade. Puseram os seus estandartes, em grande número,
5e não os conheceram, bem como nas portas sobre o mais alto. Como em um bosque de árvores com machados, O destroçaram à uma as suas portas: Com machado e camartelo a derribaram.
6exciderunt januas ejus in idipsum; in securi et ascia dejecerunt eam.vg
7Abrasaram em fogo ao teu Santuário: Na terra profanaram o tabernáculo do teu nome.
20Olha para o teu testamento: Porque os obscurecidos da terra são os que estão cheios de casas de iniquidade.
21Não se volte confundido o humilde: O pobre, e o desvalido louvarão o teu Nome.
5Tendo porém entrado em Cafarnaum, chegou-se a ele um centurião, fazendo-lhe esta súplica, 6e dizendo: Senhor, o meu criado jaz em casa doente de uma paralisia, e padece muito com ela. 7Respondeu-lhe então Jesus: Eu irei, e o, curarei. 8E respondendo o centurião, disse: Senhor, eu não sou digno de que entres na minha casa: Porém manda-o só com a tua palavra, e o meu criado será salvo. 9Pois tambéin eu sou homem sujeito a outro, que tenho soldados às minhas ordens e digo a um: Vai acola, e ele vai: E a outro: Vem cá, e ele vem: E ao meu servo: l'aze isto, e ele o faz. 10E Jesus, ouvindo-o assim falar, admirou-se, e disse para os que o seguiam: Em verdade vos afirmo, que não achei tamanha fé em Israel. 11Digo-vos, porém, que virão muitos do Oriente, e do Ocidente, e que terão lugar com Abraão, e Isaac e Jacó no reino dos Céus. 12Mas que os filhos do reino serão lançados nas trevas exteriores: Ali haverá choro, e ranger de dentes. 13Então disse Jesus ao centurião: Vai, e faça-sete segundo tu creste. E naquela mesma hora ficou são o criado. 14E tendo chegado Jesus à casa de Pedro, viu que a sogra dele estava de cama, e com febre: 15E tocou-lhe na mão, e a febre a deixou, e ela se levantou, e se pôs a servi-los. 16Sobre a tarde porém lhe puseram diante muitos endemoninhados: E ele com a sua palavra expelia os espíritos: E curou todos os enfermos: 17Para se cumprir o que estava anunciado pelo profeta Isaías, que diz: Ele mesmo tomou as nossas enfermidades: E carregou com as nossas doenças.
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