Sexta-feira, 26 de março de 2027
Ano B · Semana I
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB5 versículos ainda não foram recuperados na digitalização do Figueiredo e aparecem como […].
Textos na tradução Figueiredo (domínio público). As leituras oficiais em português são da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB13Eis-ai está que meu servo terá inteligência, ele será exaltado, e elevado, e ficará em alto grau sublimado. 14Assim como pasmaram muitos à vista de ti, assin: será sem glória o seu aspecto entre os varões, e a sua figura entre os filhos dos homens. 15Este borrifará muitas gentes, diante dele mesmo taparão os reis a sua boca: Porque o viram aqueles a quem se não anunciou coisa alguma a seu respeito: E os que o não ouviram, o contemplarain. 53,1Quem deu crédito ao que nos ouviu? e a quem foi revelado o braço do Senhor? 53,2E subirá como arbusto diante dele, e como raiz que sai duma terra sequiosa: Ele não tem beleza, nem Quem lêz esta representação fiel de Jesus Cristo? O acordo Iri- formosura, e vimmo-lo, e não tinha parecença do que era, e por isso nós o estranhamos: 53,3Feito um objeto de desprezo, e o último dos homens, um varão de dores, e experimentado nos trabalhos: E o seu rosto se achava como encoberto, e parecia desprezível, por onde nenhum caso fizemos dele. com outros Padres entendem por esta terra seca o ventre virginal de Maria, alegando em confirmação, que em lugar do que pos a Vulgata de terra sitienti, verteu Aquila "de terra ínvia, duma terra 53,4Verdadeiramente ele foi o que tomou sobre si as nossas fraquezas, e ele mesmo carregou com as nossas dores: E nós o reputamos como um leproso, e ferido por Deus e humilhado. 53,5Mas ele fol ferido pelas nossas iniquidades, fol quebrantado pelos nossos crimes: O castigo que nos devia trazer a paz, caiu sobre ele, e nós fomos sarados pelas suas pisaduras. 53,6Todos nós andamos desgarrados como ovelhas, cada um se extraviou por seu caminho: E o Senhor carregou sobre ele a iniquidade de todos nós. 53,7Foi oferecido, porque ele mesmo quis, e não abriu a sua boca: Ele será levado como uma ovelha ao matadouro, e como um cordeiro diante do que o tosquia emu'decerá, e não abrirá a sua boca. 53,8Ele foi tirado da angústia, e do juízo: Quem contará a sua geração? Porque ele foi cortado da terra dos viventes: Eu o feri por causa da maldade do meu povo. Іваав 53, 9-11 53,9E lhe dará os impios pela sepultura, e o rico pela sua morte: Porque ele não cometeu iniquidade, nem se achou nunca dolo na sua boca. 53,10E o Senhor quis quebrantá-lo na sua enfermidade: Se ele tiver dado a sua alma pelo pecado, verá a sua descendência perdurável, e a vontade do Senhor será por sua mão prosperada. 53,11Verá o fruto do que a sua alma trabalhou e se fartará: Aquele mesmo justo meu servo justificará a muitos com a sua ciência, e ele tomara sobre si as suas iniquidades. 53,12Por isso eu lhe darei por sorte uma grande multidão de pessoas: E ele distribuirá os despojos dos fortes, porque entregou a sua alma à morte, e foi posto no número dos malfeitores: E ele carregou com os pecados de muitos, e rogou pelos transgressores da lei.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
2Em ti, Senhor, esperei, não permitas que eu seja eternamente confundido: Livra-me, segundo a tua justiça.
6Nas tuas mãos encomendo o meu espírito: Tu mle remiste, Senhor Deus da verdade.
12Estou feito o opróbrio para todos os meus inimigos, e muito mais para os meus vizinhos: E o horror para os meus conhecidos. Os que me viam, fugiam para longe de mim:
13Fui posto em esquecimento, no coração deles como morto. Fiquei sendo como raso quebrado:
15Mas eu em ti esperei, Senhor: Disse: Meu Deus és tu:
16Nas tuas mãos estão as minhas sortes. Livra-me das mãos dos meus inimigos, e dos que me perseguem.
17Resplandeça a claridade do teu rosto sobre o teu servo, salva-me segundo a tua misericárdia:
25Obrai varonilmente, e fortaleça-se o coração de todos vós os que esperais no Senhor. De Davi, Maskil.
14Tendo nos pois aquele grande Pontífice, que penetrou os Céus, Jesus, filho de Deus: Conservemos a nossa confissão. ' 15Porque não temos um Pontífice, que não possa compactecer-se das nossas enfermidades: Mas que foi tentado em todas as coisas à nossa semelhança, exceto o pecado. 16Cheguemo-nos pois confiadamente ao Trono da graça: A fim de alcançar misericórdia e de achar graça, para sermos socorridos em tempo oportuno. 5,7Qui in diebus carnis suæ preces, supplicationesque ad eum qui possit illum salvum facere a morte cum clamore valido, et lacrimis offerens, exauditus est pro sua reverentia.vg 5,8E na verdade sendo Filho de Deus, aprendeu a obediência, pelas coisas que padeceu. 5,9E pela sua consumação veio a fazer-se o Autor da salvação eterna, para todos os que lhe obedecem.
1Tendo Jesus dito estas palavras, saíti com os seus discípulos para a outra banda do ribeiro de Cedron, onde havia um horto, no qual entrou ele, e seus discípulos. 2Ora, Judas, que o entregava, sabia também deste lugar, porque a ele tinha vindo: Jesus muitas vezes com seus discípulos. DO RIBEIRO DE CEDRON — Como no debraico a pala- Evangelho de S. João. 18, 3-10 • Tendo pois Judas tomado uma companhia de soldados, e os quadrilheiros da parte dos pontífices e fariseus, veio ali com lanternas e archotes, e armas.* 3Judas ergo cum accepisset cohortem, et a pontificibus et pharisæis ministros, venit illuc cum laternis, et facibus, et armis.vg 4Pelo que Jesus, que sabia tudo o que estava para lhe sobrevir, adiantou-se, e disse-lhes: A quem buscais? 5Responderam-lhe eles: A Jesus Nazareno. Disse-lhes Jesus: Eu sou. E Judas, que o entregava, estava também com eles. 6Tanto pois que Jesus lhes disse: Eu sou, recuaram para trás, e caíram por terra. 7Perguntou-lhes pois Jesus segunda vez: A quem buscais? E responderam eles: A Jesus Nazareno. 8Disse-lhes Jesus: Já vos disse que eu sou: Se a mim pois é que buscais, deixai ir estes. 9Para se cumprir a palavra que ele dissera: Dos que me destes não perdi nenhum deles. 10Mas Simão Pedro, que tinha espada, puxou dela: E feriu um servo do pontífice. E lhe cortou a orelha direita. E o servo se chamava Malco. 11Porém Jesus disse a Pedro: Mete a tua espada na bainha. Não hei de beber o cálice que o Pai me deu? 12A coorte pois, e o tribuno, e os quadrilheiros dos judeus prenderam a Jesus, e o manietaram: 13E primeiramente o levaram à casa de Anás, por ser sogro de Caifás, que era o pontífice daquele ano. 14Caifás porém era aquele que tinha dado aos judeus o conselho: De que convinha que um homem morresse pelo povo. 15Ora seguia a Jesus Simão Pedro, e outro discípulo. Era pois o tal discípulo conhecido do pontífice, e entrou com Jesus no pátio do pontífice. 16Mas Pedro estava de fora à porta. Saiu então o outro discípulo, que era conhecido do pontífice, e falou à porteira: E esta fez entrar a Pedro. 17Esta porteira pois, que era escrava, disse a Pedro: Não és tu também dos discípulos deste homem? Respondeu ele: Não sou. 18Ora, os servos e quadrilheiros estavam em pé ao lume porque fazia frio, e ali se aquentavam: E com eles estava também Pedro em pé, do mesmo modo aquentar- Entretanto fez o pontífice perguntas a Jesus, sobre que discípulos tinha, e qual era a sua doutrina. 19Pontifex ergo interrogavit Jesum de discipulis suis, et de doctrina ejus.vg 20Respondeu-lhe Jesus: Eu falei publicamente ao mundo: Eu sempre ensinei na Sinagoga, e no Templo, aonde concorrem todos os judeus: E nada disse em secreto. 21Por que me fazes tu perguntas? Faze-as àqueles que ouviram o que eu lhes disse: Ei-los aí estão que sabem o que eu ensinei. 22.E tendo dito isto, um dos quadrilheiros, que se achavam presentes, deu uma bofetada em Jesus, dizendo: Assim é que tu respondes ao pontífice? 22Hæc autem cum dixisset, unus assistens ministrorum dedit alapam Jesu, dicens: Sic respondes pontifici?vg 23Disse-lhe Jesus: Se eu falei mal, dá tu testen¡ho do mal, mas se eu falei bem, por que me feres? 24E Anás o enviou manietado ao pontífice Caifás. 25Estava pois ali em pé Simão Pedro, aquentandose ainda. E eles lhe disseram: Não és tu também dos seus discípulos? Negou ele, e disse: Não. sou. 26Disse-lhe um dos servos rente daquele a quem Pedro cortara a orelha: goe erasim que eu te vi com ele no horto? 27E negou-o Pedro outra vez: E imediatamente cantou o galo. 28Levaram pois Jesus da casa de Caifás ao pretório. Era de manhã: E eles não entraram no pretório por se não contaminarem, mas comerem a Páscoa. 29Pilatos pois saiu fora para lhes falar, e disse: Que acusação trazeis vós contra este homem? 30Responderam eles e disseram-lhe: ' Se este não fora malfeitor, não to entregáramos nós. 31Pilatos lhes disse então: Tomai-o lá vós outros, e julgai-o segundo a vossa lei. E os judeus lhe disseram: A nós não nos é permitido matar ninguém. 32Para se cumprir a palavra, que Jesus dissera, significando de que morte havia de morrer. 33Tornou pois a entrar Pilatos no pretório, e chamou a Jesus, e disse-lhe: Tu és o rei dos judeus? 34Respondeu Jesus: Tu dizes isso de ti mesmo, ou foram outros os que to disseram de mim? '35 Disse Pilatos: Porventura sou eu judeu? A tua nação, e os pontífices são os que te entregaram nas minhas • mãos: Que fizeste tu? 35Respondit Pilatus: Numquid ego Judæus sum? gens tua et pontifices tradiderunt te mihi: quid fecisti?vg 36Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo: Se meu reino fosse deste mundo, certo que os meus ministros haviam de pelejar, para que eù não fosse entregue aos judeus: Mas agora não é daqui o meu reino. 37Disse-lhe então Pilatos:, Logo tu és rei? Respondeu Jesus: Tu o dizes, que eu sou rei. Eu para isso nasci, e ao que vim ao mundo foi para dar testemunho da verdade: Todo o que é da verdade, ouve a minha voz. 38Disse-lhe Pilatos: Que coisa é a verdade? E dito isto, tornoul a sair a ver-se com os judeus, e disse-lhes: Eu não acho nele crime algum. 39Mas é costume entre vós, que eu pela Páscoa vos solte um: Quereis vós logo que vos solte o rei dos judeus? 40Então gritaram todos novamente, dizendo: Não queremos solto a este, mas a Barrabás. Ora, este Barrabás era um ladrão. 19,1Pilatos pois tomou então a Jesus, e o mandou açoitar. 19,2E os soldados, tecendo de espinhos uma coroa. lha puseram sobre a cabeça: E o vestiram dum manto de púrpura. 19,3Depois vinham ter com ele, e diziam-lhe: Deus te salve, rei dos judeus: E davam-lhe bofetadas. 19,4Saiu Pilatos ainda outra vez fora, e disse-lhes: Eis aqui vo-lo trago fora, para que vós conheçais que eu não acho nele crime algum. 19,5(Saiu pois Jesus trazendo uma coroa de espinhos e um vestido de púrpura.) E Pilatos lhes disse: Eis aqui o homen1. 19,6Então os príncipes dos sacerdotes, e os oficiais, tendo-o visto, gritaram, dizendo: Crucifica-o, crucifica-o. Disse-lhes Pilatos: Tomai-o vós outros, crucificai-o: Porque eu não acho nele crime algum. 19,7Responderam-lhe os judeus: Nós temos uma lei, e ele deve morrer segundo a lei, pois se fez Filho de Deus. 19,8Pilatos pois como ouviu estas palavras, temeu: ainda mais. 19,9E entrou outra vez no pretório: E disse a Jesus: Donde és tu? mas Jesus não lhe deu resposta alguma. 19,10Então lhe disse Pilatos: Tu não me falas? Não sabes que tenho poder para te crucificar, e que tenho poder para te soltar? 19,11Respondeu-lhe Jesus: Tu não terias sobre mim poder algum, se ele te não fora dado lá de cima. Por isso o que me entregou a ti, tem maior pecado. 19,12E deste ponto em diante buscava Pilatos algum mero de o livrar. Mas os judeus gritavam, dizendo: Tu se livras a este, não és amigo do César: Porque todo o que se faz rei, contradiz ao César. 19,13Pilatos pois como ouviu estas vozes, trouxe para fora a Jesus: E assentou-se no seu tribunàl, no lugar que se chama Litostrotos, e em hebraico Gabata. 19,14Era então o dia da preparação da Páscoa, quasi a hora sexta, e disse Pilatos aos judeus: Eis aqui o vosso rei. 19,15Mas eles diziam a gritos: Tira-o, tira-o, crucifica-o. Disse-lhes Pilatos: Pois eu hei de crucificar o vosso rei? Responderam os príncipes dos sacerdotes: Nós não temos outro rei senão o César. que Vias os prante do qual foi ser setor apreseado pa a ser u que Pilatos, 19,16Então porém lho entregou para que fosse cruci.. ficado. E eles tomaram a Jesus, e o tiraram para fora. 19,17E levando a sua cruz às costas, saiu para aquele lugar que se chama do Calvário, e em hebreu Gólgota: 19,18Onde o crucificaram, e com ele outros dois, um de uma parte, outro de outra, e Jesus no meio. 19,19E Pilatos escreveu também um título: E o pôs sobre a cruz. E dizia a inscrição: JESUȘ NAZARENO, 19,20E muitos dos judeus leram este título: Porque estava perto da cidade o lugar onde Jesus fora crucificado. E estava escrito em hebraico, em grego, e em latim. 19,21Diziam pois a Pilatos os pontífices dos judeus: Não escrevas rei dos judeus: Mas o que ele diz: Eu sou rei dos judeus. 19,22Respondeu Pilatos: O que escrevi, escrevi. 19,23Porém os soldados, depois de haverem crucificado a Jesus, tomaram as suas vestiduras (e fizeram delas quatro partes, para cada soldado sua parte) e a túnica.. Mas a túnica não tinha costura, porque era toda tecida de alto a baixo. 19,24E disseram uns para os outros: Não a rasguemos, mas lancemos sortes sobre ela, a ver quem a há de levar. Para se cumprir a Escritura, que diz: Repartiram meus vestidos entre si: E lançaram sorte sobre a minha vestidura. E os soldados de fato assim o fizeram. 19,25Entretanto estavam em pé junto à Cruz de Jesus sta mãe, e irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena.. 19,26Jesus pois tendo visto sua mãe, e ao discípulo que ele amava, o qual estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí teu filho. 19,27Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desta hora em diante a tomou o discípulo para sua casa. 19,28Depois sabendo Jesus que tudo estava cumprido, para se cumprir uma palavra, que ainda restava das Escritura, disse: Tenho sede. 19,29Tinha-se porém ali posto um raso cheio de vinagre. Então os soldados ensopavam no vinagre uma esponja, e atando-a a um hissopo lha chegaram à boca. 19,30Jesus porém havendo tomado o vinagre, disse: Tudo está cumprido. E abaixando a cabeça, rendeu o espírito. 19,31E os judeus (porquanto era a preparação) para que não ficassem os corpos na cruz em dia de sábado mãe, e à sua mãe dá-lhe um filho que ela muito amara. Mas estas palavras de Jesus, pronunciadas nos últimos momentos da sua vida (porque aquele dia de sábado era de grande solenidade), rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas, e que fossem dali tirados. 19,32Vieram pois os soldados: E quebraram as pernas ao primeiro, e ao outro, que com ele fora crucificado. 19,33Tendo vindo depois a Jesus, como viram que estava já morto, não lhe quebraram as pernas. 19,34Mas um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança, e imediatamente saiu sangue e água. 19,35Aquele porém que o viu, deu testemunlio disso: E o scu testemunho é verdadeiro. E ele sabe que diz a verdade: Para que também vós o creiais. 19,36Porque estas coisas sucederam para que se cuprisse esta palavra da liscritura: Não quebrareis dele osso algum. 19,37E também diz outro lugar da Escritura: Eles verão aquele a quem traspassaram. 19,38E depois disto José de Arimatéia (pois que era discípulo de Jesus, ainda que era por medo dos judeus) rogou a Pilatos que o deixasse tirar o corpo de Jesus. E Pilatos lho permitiu. Veio pois, e tirou o corpo de Jesus. 19,39E Nicodemos, o que havia ido primeiramente de noite buscar a Jesus, veio também, trazendo uma composição de quase cem libras de mirra e de áloes. i 19,40Tomaram pois o corpo de Jesus, e o ligaram envolto em lençóis depois de embalsamado com aromas, da maneira que os judeus têm por costume sepultar os 19,41No lugar porém em que Jesus fora crucificado havia um horto: E neste horto um sepulcro novo, em que ninguém ainda tinha sido depositado. 19,42Portanto em razão de ser o dia da preparação dos judeus, visto que este sepulcro estava perto, depositaram nele a Jesus. • No primeiro dia porém da semana veio Maria Madalena ao sepulcro, de manhã, fazendo ainda escuro: E viu que a campa estava tirada do sepulcro. 2 Correu pois, e foi ter com Simão Pedro, e com o outro discípulo, a quem Jesus amava, e disse-lhes: Levaram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseral. 3 Saiu então Pedro, e aquele outro discípulo, e foram ao sepulcro. 4 Ora eles corriam ambos juntos, mas aquele outro discípulo correu inais do que Pedro, e levando-lhe a dianteira chegou primeiro ao sepulcro. •