Sexta-feira, 9 de fevereiro de 2029
Ano A · Semana I
Onde participar da Missa neste diaLeituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBTextos na tradução Figueiredo (domínio público). As leituras oficiais em português são da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB1É de saber que a serpente era o mais astuto de todos os animais da terra, que Deus tinha feito: e ela disse à mulher: Por que vos proibiu Deus que não comêsseis do fruto de todas as árvores do paraíso? 2Respondeu-lhe a mulher: Nós comemos dos frutos das árvores, que há no paraíso. 3Mas do fruto da árvore. que está no meio do paraíso, Deus nos proibiu não comêssemos, nem a tocássemos, sob pena de morrermos. 4Mas a serpente disse à mulher: Bem podeis estar seguros que não haveis de morrer: 5porque Deus sabe que tanto que vós comerdes desse frito, se abrirão vossos olhos; e vós sereis como uns deures pelo conhecimento, que tereis do bem e do mal. 6A milher, pois, vendo que o fruto daquela árvore era bom para se comer, e era formoso, e agradável à vista, tomou dele, e comeu, e deu a seu marido, que. comeu do mesmo fruto como ela. 7No mesmo ponto se lhes abriran, os olhos, e ambos conheceram que estavam nus; e tendo cosido umas com outras, umas folhas de figueira, fizeram delas umas cintas. 8E Adão, e sua mulher, como tivessem ouvido a voz. do Senhor Deus, que andava pelo paraíso, ao tempo que se levantava a viração depois do mcio-dia, se esconderam da face do Senhor Deus entre as árvores do paraíso.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Bem-aventurados aqueles cujas iniquidades são perdoadas: E cujos pecados são cobertos.
2Bem-aventurado o homem, a quem o Senhor não imputou pecado, e cujo espírito é isento de dolo.
5Eu te manifestei o meu pecado: E não ocultei a minha injustiça. Eu disse: Confessarei ao Senhor contra mim a mi- nha injustiça: E tu me perdoaste a impiedade do meu pecado.
6Por isso orará a ti todo o santo no tempo oportuno. Mas na inundação das muitas águas, a ele não se chegaram.
7Tu és a meu refúgio na tribulação, que me cercou: Alegria minha, livra-me dos que me cercam.
14E uma mulher, por nome Lidia, da cidade dos Tiatirenos, que comerciava em púrpura, serva de Deus, ouviu: O Senhor lhe abriu o coração, para atender àquelas coisas que por Paulo eram ditas. •
31E Jesus, tornando a sair do termo de Tiro, veio por Sidônia ao mar de Galiléia, passando pelo meio do território de Decápolis. 32E lhe trouxeram um surdo e mudo, e lhe rogavam que pusesse a mão sobre ele. 33Então Jesus, tirando-o de entre o povo e tomando-o de parte, meteu-lhe os seus dedos nos ouvidos: E cuspindo, pôs-lhe da sua saliva sobre a língua: 34E levantando os olhos ao Céu, deu um suspiro, e dișse-lhe: Ephphetha, que quer dizer, abre-te. 35E 11o mesmo instante se lhe abriram os ouvidos, e se lhe soltou a prisão da lingua, de sorte que entrou a falar expeditamente. 36E mandou-lhes que a ninguém o dissessem. Porém quanto mais Jesus lho defendia, tanto mais eles o publicavam. 37E tanto mais se admiravam, dizendo: Ele tudo tem feito bem: Fez não só que ouvissem os surdos, mas que falassem os mudos.