São Lourenço de Brindes, presbítero e doutor da Igreja
Padroado
- Brindisi
- Itália (devoção local)
Quarta-feira, 21 de julho de 2027
Ano B · Semana I
Memórias facultativasSão Lourenço de Brindes, presbítero e doutor da Igreja
Onde participar da Missa neste diaLeituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB1 versículo ainda não foi recuperado na digitalização do Figueiredo e aparece como […].
Textos na tradução Figueiredo (domínio público). As leituras oficiais em português são da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB1Tendo toda a multidão dos filhos de Israel partido de Elim, veio para o deserto de Sin, que é entre Elim e Sinal, ao décimo quinto dia do segundo mês, depois quie tinham saído do Egito. 2E todos os filhos de Israel, estando neste deserto, • murmuraram contra Moisés, e contra Aarão, dizendo-lhes: 3Prouvera a Deus que nós fôssemos mortos no Egito pela mão do Senhor, quando lá estávamos assentados ao pé das panelas de carne, e comíamos quanto pão queríamos. Por que nos trouxestes vós a este deserto, para matardes aqui de fome todo o povo? 4Então disse o Senhor a Moisés: Eu estou para vos fazer chover pães do céu. Saia o povo, e apanhe deles o que bastar para cada dia, porque quero experimentar se ele caminha pela minha lei, ou não.. 5Ao dia sexto ajunte-se destes pães o que se há de guardar em casa; e eles apanhem dobrado do que é costume nos outros dias. 9Disse também Moisés a Aarão: Dize a todo o ajuntamento dos filhos de Israel: Chegai-vos para diante do Senhor, porque ele ouviu a vossa murmuração. 10Quando Aarão ainda estava falando a todo o ajuntamento dos filhos de Israel, olharam eles para a parneste versículo Moisés fixa a data. Esta precisão não se encontra no Gênesis, mas de ora avante os acontecimentos são datados pela maneira mais precisa, contando" os dias decorridos após a saída do te do deserto, e eis que de repente aparece a glória do Senhor na nuvem. 11Ora o Senhor tinha falado a Moisés, e lhe tinha dito: 12Eu ouvi as murmurações dos filhos de Israel. Dize-lhes: Vós comereis esta tarde carne, e amanha vos fartareis de pães; e vós sabereis que eu sou o Senhor vosso Deus. 13À tarde pois veio um número sem número de codornizes, que cobriram todo o campo; e pela manhã também todos os arredores do campo foram carregados de orvalho. 14E estando a superfície da terra coberta dele, viu-se aparecer no deserto uma coisa miúda, e como pisada nu111 gral, que se assemelhava àqueles pequenos grãos de geada branca, que caem sobre a terra. 15O que tendo visto os filhos de Israel, disseram uns para os outros: Manou, isto é: Que é isto? Porque não sabiam o que era. Moisés lhes respondeu: Este é o pão, que o Senhor vos deu para comerdes.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
18E tentaram a Deus nos seus corações: Pedindo iguarias que fossem do seu gosto. MARAVILHAS — Alusão às pragas do Egito. cia de Faraó. Núm 13, 23. TANIS — Situada no Delta, era ao tempo do Exodo a residerGRANDE ABISMO - Hipérbole que designa a abuzdância de água que brotou do rochedo.*
19E falaram mal de Deus. Disseram: Porventura poderá Deus preparar uma mesa no deserto?
23E mandou às nuvens de cima, e abriu as portas do céu.
24E lhes choveu o maná para comer, e lhes deu pão do céu.
25Pão dos anjos comeu o homem: E lhes enviou manjares em abundância.
26Retirou do céu o Austro: E pela sua virtude fez mover o Áfrico.
27E choveu sobre eles carnes como pó: e as aves de asas como as areias do mar.
28E caíram no meio dos seus alojamentos: Em roda das suas tendas.
1Naquele dia saindo Jesus de casa, sentou-se à borda do mar. 2E vieram para ele muitas gentes, de tal sorte que entrando em uma barca se assentou: E toda a gente estava de pé na ribeira. 3E lhe falou muitas coisas por parábolas, dizendo: Eis ai que saiu o que semeia, a semear: Evangelho de S. Mateus 13,* • 4E quando semeava, uma parte da semente caiu junto da estrada, e vieram as aves do Céu, e comeramna. vai interpretando gradualmente a parábola e ao mesmo tempo inrabolas, mas os Evangelhos conservam apenas vinte e quatro, que 5Outra porém caiu em pedregulho, onde não tinha muita terra: E logo nasceu, porque não tinha altura de terra: • Mas saindo o sol se queinou: E porque não tinha raiz se secou. 6sole autem orto æstuaverunt; et quia non habebant radicem, aruerunt.vg 7Outra igualmente caiu sobre os espinhos: E cresceram os espinhos, e estes a afogaram. 8Outra, enfim, caiu em boa terra: E dava fruto, havendo grãos que rendiam a cento por um, outros a sessenta, outros a trinta. 9O que tem ouvidos de ouvir, ouça.
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