Sábado, 18 de março de 2028
Ano C · Semana II
Memórias facultativasSão Cirilo de Jerusalém, bispo e doutor da Igreja
Onde participar da Missa neste diaLeituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBTextos na tradução Figueiredo (domínio público). As leituras oficiais em português são da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB14Apascenta com a tua vara o teu povo, o rebanho da lua herança, os que habitam sós no bosque, no meio do Carmelo: Basan e Galaad serão apascentados, ao modo que eram nos dias antigos. 15À proporção do que cu obrei nos dias da tua saica da terra do Egito, eu lhe farei ver as minhas maravilhas. 18O' Deus, quem é semelhante a ti, que apagas a iniquidade, e te esqueces dos pecados das relíquias ca tua herança? Ele não derramará mais o seu furor contra os seus, porque lhe apraz fazer misericórdia. 19Ele voltará, e terá compaixão de nós: Ele sepultará as nossas iniquidades, e lançará todos os nossos pecados no fundo do mar. 20Tu mostrarás a verdade da tua promessa a Jacó, farás misericórdia a Abraão: Que é o que tu juraste a nossos pais desde os dias antigos.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Do mesmo Davi. • Bendiz, ó alma minha, ao Senhor: E todas as coisas que há dentro de mim bendigam ao seu santo Nome.
2Bendiz, ó alma minha, ao Senhor: E não queiras esquecer-te de todos os seus benefícios.
3O que perdoa todas as tuas maldades: O que sara todas as tuas enfermidades.
4O que redime da morte a tua vida: O que te coroa da sua misericórdia, e das suas graças.
9Não estará irado para sempre: Nem ameaçará eternamente.
10Não nos há tratado a nós segundo os nossos pecados: Nem nos tem pago segundo as nossas maldades.
11Pois quanto a elevação do céu está remontada sobre a terra: Tanto ele tem firmado a sua misericórdia sobre os que o temen.
12Quanto dista o Oriente do Ocidente: Tanto ele tem apartado de nós as nossas maldades.
18Levantar-me-ei, e irei buscar a meu pai, e dirIhe-ei: Pai, pequei contra o Céu, e diante de ti: um homem rico, Deus, contudo, estlma tanto a conversão de uma aima, como esta pobre mulher estimava uma dracma. ÷382 -
1Chegavam-se pois a Jesus os publicanos, e os pecadores para o ouvirem. 2E os fariseus, e os escribas murmuravam, dizendo: Este recebe os pecadores, e come com eles. 3E ele lhes propôs esta parábola, dizendo: 11Disse-lhes mais: Um homem teve dois filhos: 12E disse o mais moço deles a seu pai: Pai, dá-me a parte da fazenda que me toca. E ele repart.u entre ambos a fazenda. 13E passados não muitos dias, entrouxando tudo. o que era seu, partiu o filho mas moço para uma terra muito distante num país estranho, e lá dissipou toda a sua fazenda vivendo dissolutamente. 14E depois de ter consumido tudo, sucedeu haver naquele país uma grande fome, e ele começou a necessitar. 15Retirou-se pois dali, e acomodou-se com um dos cidadãos da tal terra. Este porém o mandou para um casal seu a guardar os porcos. 16Aqui desejava ele encher a sua barriga de landes, das que comiam os porcos: Mas ninguém lhas dava. 17Até que tendo entrado em si, disse: Quantos jornaleiros há em casa de meu pai, que têm pão em abundância, é eu aqui pereço à fome! 18Levantar-me-ei, e irei buscar a meu pai, e dirIhe-ei: Pai, pequei contra o Céu, e diante de ti: um homem rico, Deus, contudo, estlma tanto a conversão de uma aima, como esta pobre mulher estimava uma dracma. ÷382 - 19Já não sou digno de ser chamado teu filho: Faze de mini como de um dos teus jornaleiros. 20Levantou-se pois, e foi buscar a seu pai. E quando ele ainda vinha longe, viu o seu pai, que ficou movido de compaixão, e correndo lhe lançou os braços ao pescoço para o abraçar, e o beijou. 21E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o Céu, e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. 22Então disse o pai aos seus servos: Tirai depressa o seri primeiro vestido, e vesti-lho, e metei-lhe um anel no dedo, e os sapatos nos pés: 23Trazei também un vitelo bem gordo, matai-o, para comermos e para nos regalarnios: 24Porque este meu filho era morto, e reviveu: Tinha-se perdido, e achou-se. E começaram a banquetear-se. 25E o seu filho mais velho estava no campo e quando veio, e foi chegando a casa, ouviu a sinfonia, e o coro: 26E chamou um dos servos, e perguntou-lhe que era aquilo. 27E este lhe disse: E' chegado teu irmão, e teu pai mandou matar um novilho cevado, porque veio com saude. 28Ele então se indignou, e não queria entrar. Mas, saindo o pai, começou a rogá-lo que entrasse. 29Ele porém deu esta resposta a seu pai: Há tantos anos que te sirvo, sem nunca transgredir mandamento algum teu e tu nunca me deste um cabrito, para me regalar com os meus amigos: 30Mas tanto que veio este teu filho, que gastou tudo quanto tinha con prostitutas, logo lhe mandaste matar o novilho gordo. 31Então lhe disse o pai: Filho, tu sempre estás comigo, e tudo o que é meu é teu: 32Era porém necessário que houvesse banquete, e festim, pois que este teu irmão era morto, e reviveu: Tinha-se perdido, e achou-se.