Domingo, 26 de março de 2028
Ano C · Semana II · Dia de preceito
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBTextos na tradução Figueiredo (domínio público). As leituras oficiais em português são da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB9E disse o Senhor a Josué: Hoje tirei eu de cima de vós o opróbrio do Egito. E ficou aquele lugar chamando-se Galgala, até o dia presente. 10E permaneceram os filhos de Israel em Galgala, e celebraram a Páscoa, no dia catorze do mês pela tarde, na planície de Jericó: 11e ao outro dia comeram dos frutos da terra, pães asmos; e farinha de cevada torrada do mesmo ano. 12E depois que eles comeram dos frutos da terra, cessou o maná, nem os filhos de Israel usaram mais deste alimento, mas comeram dos frutos, que a terra de Canaã tinha dado aquele ano.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
2Bendirei o Senhor em todo o tempo: Seu louvor será sempre na minha boca.
3No Senhor se gloriará a minha alma: Ouçam-no os humildes, e alegrem-se.
4Engrandecei comigo ao Senhor: E exaltemos o seu nome todos à uma.
5Busquei ao Senhor, e me ouviu: E me livrou de todas as minhas tribulações.
6Chegai-vos a ele, e sereis iluminados: E vossos rostos não serão confundidos.
7Este pobre levantou o grito, e o Senhor o ouviu: E ele o salvou de todas as suas tribulações.
Ou: Ef 5,8-14
17Se aigum pois é de Cristo, é uma nova criatura, passou o que era velho: Notai que tudo se fez novo. 18E tudo vem de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Cristo: Que confiou de nós o ministério da reconciliação: 19Porque certamente Deus estava em Cristo reconciliando o mundo consigo, não lhes imputando os seus pecados, e ele é o que pôs em nós a palavra da reconciliação. 20Logo nós fazemos o ofício de embaixadores em nome de Cristo, como que Deus vos admoesta por nós outros. Por Cristo vos rogamos que vos reconcilieis coin Deus. 21Aquele que não havia conhecido pecado o fez pecado por nós, para que nós fôssemos feitos justiça de Deus nele • = 20 -! •
1Chegavam-se pois a Jesus os publicanos, e os pecadores para o ouvirem. 2E os fariseus, e os escribas murmuravam, dizendo: Este recebe os pecadores, e come com eles. 3E ele lhes propôs esta parábola, dizendo: 11Disse-lhes mais: Um homem teve dois filhos: 12E disse o mais moço deles a seu pai: Pai, dá-me a parte da fazenda que me toca. E ele repart.u entre ambos a fazenda. 13E passados não muitos dias, entrouxando tudo. o que era seu, partiu o filho mas moço para uma terra muito distante num país estranho, e lá dissipou toda a sua fazenda vivendo dissolutamente. 14E depois de ter consumido tudo, sucedeu haver naquele país uma grande fome, e ele começou a necessitar. 15Retirou-se pois dali, e acomodou-se com um dos cidadãos da tal terra. Este porém o mandou para um casal seu a guardar os porcos. 16Aqui desejava ele encher a sua barriga de landes, das que comiam os porcos: Mas ninguém lhas dava. 17Até que tendo entrado em si, disse: Quantos jornaleiros há em casa de meu pai, que têm pão em abundância, é eu aqui pereço à fome! 18Levantar-me-ei, e irei buscar a meu pai, e dirIhe-ei: Pai, pequei contra o Céu, e diante de ti: um homem rico, Deus, contudo, estlma tanto a conversão de uma aima, como esta pobre mulher estimava uma dracma. ÷382 - 19Já não sou digno de ser chamado teu filho: Faze de mini como de um dos teus jornaleiros. 20Levantou-se pois, e foi buscar a seu pai. E quando ele ainda vinha longe, viu o seu pai, que ficou movido de compaixão, e correndo lhe lançou os braços ao pescoço para o abraçar, e o beijou. 21E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o Céu, e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. 22Então disse o pai aos seus servos: Tirai depressa o seri primeiro vestido, e vesti-lho, e metei-lhe um anel no dedo, e os sapatos nos pés: 23Trazei também un vitelo bem gordo, matai-o, para comermos e para nos regalarnios: 24Porque este meu filho era morto, e reviveu: Tinha-se perdido, e achou-se. E começaram a banquetear-se. 25E o seu filho mais velho estava no campo e quando veio, e foi chegando a casa, ouviu a sinfonia, e o coro: 26E chamou um dos servos, e perguntou-lhe que era aquilo. 27E este lhe disse: E' chegado teu irmão, e teu pai mandou matar um novilho cevado, porque veio com saude. 28Ele então se indignou, e não queria entrar. Mas, saindo o pai, começou a rogá-lo que entrasse. 29Ele porém deu esta resposta a seu pai: Há tantos anos que te sirvo, sem nunca transgredir mandamento algum teu e tu nunca me deste um cabrito, para me regalar com os meus amigos: 30Mas tanto que veio este teu filho, que gastou tudo quanto tinha con prostitutas, logo lhe mandaste matar o novilho gordo. 31Então lhe disse o pai: Filho, tu sempre estás comigo, e tudo o que é meu é teu: 32Era porém necessário que houvesse banquete, e festim, pois que este teu irmão era morto, e reviveu: Tinha-se perdido, e achou-se.