Domingo, 9 de abril de 2028
Ano C · Semana II · Dia de preceito
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB7 versículos ainda não foram recuperados na digitalização do Figueiredo e aparecem como […].
Textos na tradução Figueiredo (domínio público). As leituras oficiais em português são da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB4O Senhor me deu uma lingua erudita, para el saber sustentar com a palavra o que está cansado: Ele me levanta pela manhã, pela manhã me levanta o ouvido, para que ell o ouça como mestre. 5O Senhor Deus me abriu o ouvido, e eu o não contradigo: Não me retirei para trás. 6Eu entreguei o meu corpo aos que me feriam, e as maçãs do meu rosto aos que me arrancavam os cabelos da barba: Não virei a minha face aos que me afrontavam e cuspiam enı min. 7O Senhor Deus é o meu auxiliador, por isso não foi confundido: Por isso ofereci a minha face como tinia pedra durissinia, e ser que me não hei de envergonhar.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
8Todos os que me viam escarneceram de mim: Falaram com os lábios, e mencaram a cabeça.
9Esperou no Senhor, livre-o: Salve-o: se é que o ama.
17Porquanto me rodearam muitos cães: Uma turha de malignos me sitiou. Eles trespassaram as minhas mãos e os meus pés: RAM — Os judeus, os príncipes dos sacerdotes, os escríbas, e ainda os mesmos soldados de Pilatos são figurados na imagem de noviIhos indômitos e de furiosos touros. No hebreu se l6: Fortes tou-
18Contaram todos os meus ossos. E eles mesmos me estiveram considerando e olhando:
19Repartiram entre si os meus vestidos, e lançaram sorte sobre a minha túnica.
20Mas tu, Senhor, não afastes de mim o teu socorro: Aplica-te a me defenderes. meos, subentendendo inordent, ou lacerant: Como um leño mordem, ou despedaçam as minhas mãos e os meus pés: Como se cos.
23Então anunciarei o teu nome a meus irmãos: No meio da Igreja te louvarei.
24Vós os que temeis ao Senhor, louvai-o: Vós todos os que sois a descendência de Jacó, glorificai-o:
6O qual tendo a natureza de Deus, não julgou que fosse nele uma usurpação o ser igual a Deus: 7Mas ele se aniquilou a si mesmo, tomando a natureza de servo, fazendo-se semelhante aos homens, e sendo reconhecido na condição como homem. 8Humilhou-se a si mesmo, feito obediente até à morte, e morte de cruz. 9Pelo que Deus também o exaltou, e lhe deu um Nome que é sobre todo o nome: 10Para que ao Nome de Jesus se dobre todo joe•Iho dos que estão nos Céus, na terra e nos infernos. 11E toda a língua confesse que o Senhor Jesus Cristo está na glória de Deus Padre.
Ou: Lc 23,1-49
14E chegada que foi a hora, pôs-se Jesus à mesa, e com ele os doze Apóstolos: 15E disse-lhes: Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes da minha Paixão. 16Porque vos declaro que a não tornarei mais a comer, até que ela se cumpra no Reino de Deus. 17E depois de tomar o cálice, deu graças, e disse: Tomai-o, e distribuí-o entre vós: 18Porque vos declaro que não tornarei a beber do fruto da vida enquanto não chegar o Reino de Deus. 19Também depois de tomar o pão deu graças, e partiu-o, e deu-lho, dizendo: Este é o meu corpo, que se cla por vos: Fazei isto em memória de mim. (S) 20Tomou também da mesma sorte o cálice, depois de cear, dizendo: Este cálice é o Novo Testamento em meu sangue, que será derramado por vós. • 21Entretanto eis ai a mão de quem me há de entregar, está à mesa comigo. que esta ina erda e os alidado ho momem, or gundo ele há de ser entregue! 22Et quidem Filius hominis, secundum quod definitum est, vadit: verumtamen væ homini illi per quem tradetur.vg 23Começaram eles então a perguntar entre si, qual deles seria o que tal houvesse de fazer: Evangelho de S. Lucas 22, 24-29'* 24E excitoll-se também entre eles a questão, sobre qual deles se devia reputar o maior. 25Porém Jesus lhes disse: Os reis dos gentios dominam sobre eles: E os que têm sobre eles autoridade, chamam-se benfeitores. 26Não há de ser porém assim entre vós outros: Mas o que entre vós é maior, faça-se como o mais peque• 110: E o que governa, seja como o que serve. 27Porque qual é maior, o que está sentado à mesa, ou o que serve? Não é maior o que está sentado à mesa? Pois eu estou no meio de vós outros, assim como o que serve: 28Mas. vós outros sois os que haveis permanecido comigo nas minhas tentações: 29E por isso eu preparo o reino para vós outros, como meu Pai o tem preparado para mim. POR VOS — O que em S. Mateus e em S. Marcos se diz, que será derramado por muitos; se diz em S. Lucas, que será derraa notavel a ou ia que no ga a catecismo do cone le 30Para que comais, e bebais à minha mesa, no meu reino: E vos senteis sobre tronos, para julgar as doze tribos de israel. 31Disse mais o Senhor: Simão, Simão, eis ai vos pedill satanas com instancia para vos joeirar como trigo. 32Mas eu roguei por ti, para que a tua fé não falte: E tu enfim, depois de convertido, conforta a teus irmãos. 33Respondendo-lhe Pedro: Senhor, eu estou pronto a ir contigo, tanto para a prisão, como a morrer. 34Mas Jesus lhe disse: Declaro-te, Pedro, que não cantará hoje o galo, sem que tu por três vezes não hajas negado que me conheces. Depois perguntou-lhes: 35Quando eu vos mandei caminhar sem bolsa, e sem alforge, e senn sapatos, faltou-vos porventura alguma coisa? 36E eles responderam: Nada. Prosseguiu logo Jesus: Pois agora quem tem bolsa, tome-a, e também alforge: E o que a não tem, venda a sua túnica e compre espada. 37Porque vos digo, que é necessário que se veja cumprido em mim ainda isto que está escrito: E foi reputado por um dos iníquos. Porque as coisas que dizem respeito a mim, vão já a ter o seu cumprimento. 38Mas eles responderam: Senhor, eis aqui estão duas espadas. E Jesus lhes disse: Basta. 39E tendo saído, foi dali, como costumava, para o monte das Oliveiras. E seus discípulos o seguiram também. 40E quando chegou àquele lugar, lhes disse: Orai para que não entreis em tentação. 41E Jesus se arrancou deles obra de um tiro de pedra: E posto de joelhos, orava, 42dizendo: Pai, se é do teu agrado, transfere de mim este cálice: Não se faca contudo a minha vontade, senão a tua., 43Então lhe apareceu um anjo do Céu, que o confortava. E posto em agonia, orava Jesus com maior instância. 44E veio-lhe um suor, como de gotas de sangue; que corria sobre a terra. 45Depois, tendo-se levantado da oração, e vindo ter com seus discípulos, achou-os dormindo de tristeza. 46E disse-lhes: Que, vós dormis? Levantai-vos, orai, para que não entreis em tentação. 47Estando ele ainda falando, eis que chega umi tropel de gente: E um dos doze, que se chamava Judas, vinha à testa deles: O qual se chegou a Jesus para o beijar. 48E Jesus lhe disse: Judas, basta que entregues o Filho do homem, dando-lhe um ósculo? 49Então os que estavam com Jesus, vendo no que isto viria a parar, disseram para ele: Senhor, firamo-los à espada? 50E um deles deu um golpe num servo do sumo pontífice, e cortou-lhe a orelha direita. 51Mas respondendo Jesus, disse: Deixai-os, basta. E tendo-lhe tocado a orelha, o sarou. 52E voltando-se Jesus para os príncipes dos sacerdotes, e para os magistrados do tèmplo, e para os anciãos, que tinham, vindo contra eles, disse: Viestes armados de espadas e de varapaus como contra um ladrão? um anjo, como também quis entregar-se ao temor e à tristeza: ' 53Havendo eu estado cada dia convosco no templo, nunca estendestes as mãos contra mim: Porém esta é a vossa hora, e o poder das trevas. 94 Prendendo logo a jesus, o levaram a casa do sumo pontífice: E Pedro o ia seguindo de longe. 54Comprehendentes autem eum, duxerunt ad domum principis sacerdotum: Petrus vero sequebatur a longe.\vg 55E tendo-se acendido fogo no meio do pátio, e sentando-se todos em rodla, estava Pedro no meio deles. 56Então uma escrava, que o vil sentado ao lume, depois de encarar bem nele, disse: Este também era da companhia daquele homem. 57Mas Pedro o negou, dizendo: Mulher, eu não o conheço. 58E daí a pouco vendo-o outro, disse-lhe: Tu também és dos tais. Ao que Pedro respondeu: Homem, não, 59E tendo-se passado o intervalo quase de uma hora, afirmava outro o mesmo, dizendo: Certamente que este também estava com ele: Pois que também é galileu. 60E Pedro lhe respondeu: Homem, eu não sei que é o que tu dizes. E no mesmo ponto, quando ele ainda falava, cantou o galo. 61E voltando-se o Senhor pôs os olhos em Pedro. E Pedro se lembrou da palavra do Senhor, como lhe havia dito: Antes que o galo cante, me negarás três vezes: POS OS OLHOS EM PEDRO — Como se supõe que o a que se e a do Senhor para rei se a toro a cid 62E tendo saído para fora, chorou Pedro amargamente. 63Entretanto os que tinham preso à Jesus, faziam escárneo dele, ferindo-o. 64E vendaram-lhe os olhos, e davam-lhe na cara: E perguntavam-lhe, dizendo: Adivinha quem é o que te deu? 65E diziam outras muitas afrontas, blasfemando contra ele. 66E depois que foi dia se ajuntaram os anciãos do povo, e os príncipes dos sacerdotes, e os escribas, e o levaram ao seu conselho, dizendo ali: Se tu és o Cristo, dizeno-lo. 67E respondeu-lhes Jesus: Se vo-lo disser, não me haveis de dar crédito. 68E também se vos fizér qualquer pergunta, não me haveis de responder, nem deixar ir. 69Mas depois disto estará sentado o Filho do homem à mão direita do poder de Deus. 70Então disseram todos: Logo tu és o Filho de Deus? Respondeu ele: Vós o dizeis, que eu o sou. 71E eles prosseguiram: Que mais testemunho nos é necessário? quando nós mesmos o ouvimos da sua boca. dos olhos do corpo, mas da ilustração, e toque interior da sua Outros todavia, combinando de novo os Evangelistas en- 23,1E levantando-se toda a multidão dos daquele conselho, levaram Jesus a Pilatos. 23,2E começaram a acusá-lo, dizendo: A este temos achado pervertendo a nossa nação, e vedando dar o tributo a César, e dizendo que ele é o Cristo Rei. 23,3E Pilatos lhe perguntou, dizendo: Tu és o rei dos judeus? E ele respondendo, disse: Tu o dizes. 23,4Então disse Pilatos aos príncipes dos sacerdotes, e ao povo: Eu não acho neste homem crime algum. 23,5Mas eles porfiavam cada vez mais, dizendo: Ele subleva o povo com a doutrina que prega por toda a Judéia, desde Galileia, onde começou, até aqui. = 426- 23,6E Pilatos, ouvindo falar de Galiléia, perguntou se era galileu aquele homem. 23,7E quando soube que era da jurisdição de Herodes, remeteu-o ao mesmo Herodes, o qual naqueles dias pessoalmente se achava também em Jerusalém. E Herodes tendo visto a Jesus, folgou muito; porque de longo tempo tinha desejo de o ver, por ter ouvido dizer dele muitas coisas, e esperava ver-lhe fazer algum milagre. 23,8Herodes autem viso Jesu, gavisus est valde. Erat enim cupiens ex multo tempore videre eum, eo quod audierat multa de eo, et sperabat signum aliquod videre ab eo fieri.vg 23,9Fez-lhe pois muitas perguntas. Mas ele a nenhuma deu resposta. 23,10E os príncipes dos sacerdotes, e os escribas estavam ali presentes, acusando-o con grande instância. 23,11Herodes, poréi, com os do seu exército despre20u-o, e fez escárneo dele, tendo-o mandado vestir de uma vestidura branca, e tornou-o a enviar a Pilatos. 23,12E naquele dia ficaram amigos Herodes e Pilatos, porque estavam antes inimigos un do outro. 23,13Pilatos, pois, tendo chamado os príncipes dos sacerdotes, e os magistrados, e o povo, 23,14lhes disse: Vós apresentastes-me este homem, como perturbados do povo, e vede que fazendo-lhe eu perguntas diante de vós outros, não achei neste homem culpa alguma daquelas de que o acusais. UMA VESTIDURA ' BRANÇA — Herodes, revestindo. Jesus duma túnica branca, quis escarnecer da realeza de Cristo, pois que os reis e imperadores romanos vestiam de branco nas 23,15Nem Herodes tampouco, porque vos remeti a ele e eis que nada se lhe tem provado que mereça morte. 23,16Soltá-lo-ei logo depois de o castigar. 23,17Ora, Pilatos estava precisado a soltar-lhes pela festa um criminoso. 23,18Por isso todo o povo gritou a uma voz dizendo: Faze morrer este, e solta-nos Barrabás. 23,19O qual havia sido preso por causa de uma sedi•ção feita na cidade, e por causa de um homicídio. 23,20E Pilatos, que desejava livrar a Jesus, falou de novo aos judeus. 23,21Mas eles tornaram a gritar, dizendo: Crucifica-o, crucifica-o. 23,22E terceira vez lhes disse Pilatos: Pois que mal fez ele? Eu não acho nele causa alguma de morte; irei. logo castigá-lo, e depois soltá-lo-ei. 23,23Mas eles instavam, pedindo a grandes vozes que fosse crucificado, e cresciam mais as suas vozes. 23,24Enfim ordenou Pilatos que se executasse o que eles pediam. 23,25No mesmo tempo soltou-lhes aquele que havia sido preso por causa do homicídio, e da sedição, que era quem eles pediam, e permitiu-lhes que fizessem de Jesus o que, quisessem. 23,26Indo-o já levando, pegaram num certo homem de Cirene, chamado Simão, que vinha de uma granja, e puscrimi a Cruz sobre ele, para que a lerasse após de Jesus. 23,27E seguia-o uma grande multidão de povo, e de mulheres: Que batendo nos peitos o choravam e lamentavall. 23,28Mas Jesus voltando-se para elas, lhes disse: Filhas de Jerusalém, não choreis sobre min, mas chorai sobre vós mesmas, e sobre vossos filhos. 23,29Porque sabei que virá tempo em que se dirá: Ditosas as que são estéreis, e ditosos os ventres que não geraram, e ditosos os peitos que não deram de mamar. 23,30Então começarão os homens a dizer aos montes: Caí sobre nós: e aos outeiros: Cobri-nos. 23,31Porque se isto se faz no lenho verde, que se fará no seco? 23,32E eram também levados com Jesus outros dois, que eram malfeitores, para se lhes dar a morte. 23,33E depois chegaram ao lugar que se. chama Calvário; ali o crucificaram a ele, e aos ladrões, um à direita e outro à esquerda. 3* E Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Dividindo porém os seus vestidos, sortearam-nos. 23,34Jesus autem dicebat: Pater, dimitte illis: non enim sciunt quid faciunt. Dividentes vero vestimenta ejus, miserunt sortes.vg 23,35Entretanto estava o povo olhando para ele e os príncipes dos sacerdotes com o povo o escarneciam, di- zendo: Quem salvou aos outros, que se salve a si, se este é o Cristo escolhido de Deus. 23,36E da mesma sorte o escarneciam os soldados, chegando-se a ele, e oferecendo-lhe a beber vinagre, 23,37e dizendo: Se tu és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo. 23,38E estava também sobre ele um título, escrito em letras gregas, e latinas, e hebraicas, o qual dizia: ESTE 23,39E um daqueles ladrões, que estavam dependurados, blasfemava contra ele, dizendo:. Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo, e a nós outros. 23,40Mas o outro respondendo, o repreendia, dizendo: Nem ainda tu temes a Deus, estando no mesmo surplício. 23,41E nós outros o estamos na verdade justamente, porque recebemos o castigo que merecem as nossas obras: Mas este nenhum mal fez. 42. E dizia a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino: 23,42Et dicebat ad Jesum: Domine, memento mei cum veneris in regnum tuum.vg 23,43E Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo: Que hoje serás comigo no paraíso.. consultara. 23,44Era então quase a hora sexta, e toda a terra ficoll coberta de trevas até à hora nona: 23,45Escureceu-se também o sol: E rasgou-se pela meio o véu do templo. 23,46E Jesus dando um grande brado, disse: Pai, nas tuas mãos encomendo o meu espírito. E dizendo estas palavras, expirou. 23,47O centurião, porém, que tinha visto o que suce-. dera, deu glória a Deus, dizendo: Na verdade que este homem era justo. 23,48E tudo o povo que assistia a este espetáculo, e via o que se passava, retirava-se batendo nos peitos. 23,49Todos os que eram do conhecimento de Jesus, e as mulheres que o tinham seguido desde Galiléia; estavam da mesma sorte vendo estas coisas lá de parte. 50% E èis que um varão por nome José, que era do sanedrim, varão bom, e justo, 23,50Et ecce vir nomine Joseph, qui erat decurio, vir bonus et justus:vg 23,51que não tinha consentido com a determinação dos outros nem com o que eles tinham obrado, de Arimatéia, cidade de Judéia, o qual também, esperava o reino de Deus: 23,52Este homem pois foi ter com Pilatos, e pediu-lhe o corpo de Jesus: ATÉ A HORA NONA — Desde o melo-dia até às três. 5 E depois que o descer e depositou-o num sepulcro aberto ou rochat, onde elida, ninguém tinha sido posto. • 23,53et depositum involvit sindone, et posuit eum in monumento exciso, in quo nondum quisquam positus fuerat.vg 23,54Era então dia da preparação, e já raiava o sábado. 23,55Ora, as mulheres, que tinham vindo de Galiléia com Jesus, indo atrás de José, observaram o sepulcro, e como o corpo de Jesus fora nele depositado. 23,56E voltando; prepararam aromas e bálsamos: E quanto ao dia de sábado, estiveram sem fazer coisa alguma, segundo a lei.
28E dito isto, ia Jesus adiante de todos subindo para Jerusalém. 29E aconteceu que quando chegou perto de Betfagé,, e de Betânia, no monte que se chama das Oliveiras, enviou dois discípulos seus, 30dizendo: Ide a essa aldeia, que está fronteira: Entrando nela, achareis um jumentinho atado, em que nunca montou pessoa alguma: Desprendei-o e trazei-o. 31E se alguém vos perguntar: Por que o soltais vós? Dir-lhe-eis assim: Porque o Senhor descja servir-se dele. 32Partiram pois os que tinham sido enviados: E acharam lá o jumentinho, cono o Senhor lhes dissera. 33E quando eles estavam desprendendo o tal jumentinho, lhes disseram seus donos: Por que soltais vós esse jumentinho? 34E eles responderam: Porque o Senhor tem necessidade dele. 35Trouxeram-no pois a Jesus. E lançando sobre o jumentinho os seus vestidos, fizeram-no montar em cima. 36E por onde quer que ele passava, estendiam os seus vestidos no caminho...' 37Mas quando já ia chegando à descida do monte das Oliveiras, todos os seus discípulos, transportados de gosto, começaram de chusma a louvar a Deus em altas vozes por todas as maravilhas que tinham visto, 38dizendo: Bendito o rei que vem em nome do Senhor; paz no Cél, e glória nas alturas. 39Então alguns dos fariseus, que se achavam entre o povo, disseram-lhe: Mestre, repreende os teus discípulos. i 40Aos quais ele responder: Asseguro-vos que se 2 èles se calarem, clamarão as niesmas pedras.