Santa Hildegarda de Bingen, virgem e doutora da Igreja
Padroado
- músicos (devoção popular)
Domingo, 17 de setembro de 2028
Ano C · Semana II · Dia de preceito
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBTextos na tradução Figueiredo (domínio público). As leituras oficiais em português são da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB7Então falou o Senhor a Moisés, e lhe disse: Vai, desce: porque o teu povo, que tu tiraste do Egito, pecou. 8Eles se apartaram bem depressa do caminho que tu lhes havias mostrado. Fizeram para si um bezerro fundido, adoraram-no, e imolando-lhe vítimas, disseram: Estes são, ó Israel, os teus Deuses, que te tiraram do Egito. 9Ainda disse mais o Senhor a Moisés: Eu vejo que este povo é de cerviz dura. 10Deixa, que o furor da minha indignação se acenda contra eles, e que eu os consuma, e eu te farei a 11chefe de um grande povo. 11 Porém Moisés conjurava o Senhor seu Deus, dizendo-lhe: Por que se acende o teu furor contra um povo teu, que tu tiraste do Egito com uma grande força, e com uma poderosa mão? 13Lembra-te de Abraão, de Isaac, e de Israel teus servos, aos quais tu juraste por ti mesmo, dizendo: Eu UM BEZERRO — Isto mostra-nos um poro vindo do Egito. único pals, aonde se prestava culto ao Boi ápis, e que se recordara das práticas idolátricas a que tinha assistido; Cír. At 7, 39 s. multiplicarei a vossa descendência, como as estrelas do céu; e eu darei à vossa posteridade toda esta terra, de que eu falei, e vós a possuireis para sempre.* 14Então se apaziguou o Senhor, para não fazer contra o seu povo o mal, que tinha dito.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
3Tem piedade de mim, ó Deus, segundo a tua grande misericórdia. E segundo as muitas mostras da tua clemência, apaga a minha maldade.
4Lava-me mais e mais da minha inigüidade: E purifica-me do meu pecado. 3 Porque a minha malcade eu a conheço: E o meu pecado diante de mim está sempre.
12Cria em min, ó Deus, um coração puro: E renova nas minhas entranhas um espírito reto.
13Não me arremesses da tua presença: E não tires de mim o teu espírito santo.
17Senhor, abrirás os meus lábios: E a minha boca anunciará o teu louvor.
19Sacrifício para Deus é o espírito atribulado: Ao coração contrito, e humilhado não o desprezarás, ó Deus.
12Graças dou àquele que me confortou, a Jesus Cristo nosso Senhor, porque me teve por fiel, pondo-me no ministério: 13A mim que havia sido antes blasfemo, e perseguidor, e injuriador: Mas alcancei a misericórdia de Deus porque o fiz por ignorância na credulidade. 14Mas a graça de nosso Senhor abundou em grande maneira com a fé e caridade, que é em Jesus Cristo. 15Fiel é esta palavra, e digna de toda a aceitação: Qua Jesus Cristo veio a este mundo, para salvar aos pecadores, dos quais o primeiro sou eu. 16Mas por isto alcancei misericórdia: Para que em mim, sendo o primeiro, mostrasse Jesus Cristo a sua tanto pois a lei não foi posta para o justo, mas para os libertinos, e rebeldes; enquanto o justo, por isso mesmo que faz as obras da lei, não pelo temor da pena, mas pelo amor da justiça, de tal extremada paciência, para modelo dos que haviam de crer nele, para a vida eterna. 17Ao rei pois dos séculos imortal, invisível, a Deus só seja honra e glória pelos séculos dos séculos. Amém.
Ou: Lc 15,1-10
1Chegavam-se pois a Jesus os publicanos, e os pecadores para o ouvirem. 2E os fariseus, e os escribas murmuravam, dizendo: Este recebe os pecadores, e come com eles. 3E ele lhes propôs esta parábola, dizendo: 4Qual de vós outros é o homem que tem cem ovelhas: E se perde uma delas, não é assim que deixa as noventa e nove no deserto, e vai a buscar a que se havia perdido, até que a ache? 5E que depois de a achar, a põe sobre seus ombros cheio de gosto: 6E vindo à casa chama a seus amigos, e vizinhos, dizendo-lhes: Congratulai-vos comigo, porque achei a minha ovelha, que se havia perdido? 7Digo-vos que assim, haverá maior júbilo no Céu, sobre um pecador que fizer penitência, que sobre noventa e nove justos, que não hão mister de penitência. 8Ou que mulher há que, tendo dez dracmas, e per• dendo uma, não acende a candeia, não varra a casa, e não a busque com muito sentido, até que a ache? 9E que, depois de a achar, não convoque as suas amigas, e vizinhas, para lhes dizer: Congratulai-vos comigo, porque achei a dracma que tinha perdido? 10Assim vos digo eu, que haverá júbilo entre os anjos de Deus por um pecador que faz penitência. 11Disse-lhes mais: Um homem teve dois filhos: 12E disse o mais moço deles a seu pai: Pai, dá-me a parte da fazenda que me toca. E ele repart.u entre ambos a fazenda. 13E passados não muitos dias, entrouxando tudo. o que era seu, partiu o filho mas moço para uma terra muito distante num país estranho, e lá dissipou toda a sua fazenda vivendo dissolutamente. 14E depois de ter consumido tudo, sucedeu haver naquele país uma grande fome, e ele começou a necessitar. 15Retirou-se pois dali, e acomodou-se com um dos cidadãos da tal terra. Este porém o mandou para um casal seu a guardar os porcos. 16Aqui desejava ele encher a sua barriga de landes, das que comiam os porcos: Mas ninguém lhas dava. 17Até que tendo entrado em si, disse: Quantos jornaleiros há em casa de meu pai, que têm pão em abundância, é eu aqui pereço à fome! 18Levantar-me-ei, e irei buscar a meu pai, e dirIhe-ei: Pai, pequei contra o Céu, e diante de ti: um homem rico, Deus, contudo, estlma tanto a conversão de uma aima, como esta pobre mulher estimava uma dracma. ÷382 - 19Já não sou digno de ser chamado teu filho: Faze de mini como de um dos teus jornaleiros. 20Levantou-se pois, e foi buscar a seu pai. E quando ele ainda vinha longe, viu o seu pai, que ficou movido de compaixão, e correndo lhe lançou os braços ao pescoço para o abraçar, e o beijou. 21E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o Céu, e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. 22Então disse o pai aos seus servos: Tirai depressa o seri primeiro vestido, e vesti-lho, e metei-lhe um anel no dedo, e os sapatos nos pés: 23Trazei também un vitelo bem gordo, matai-o, para comermos e para nos regalarnios: 24Porque este meu filho era morto, e reviveu: Tinha-se perdido, e achou-se. E começaram a banquetear-se. 25E o seu filho mais velho estava no campo e quando veio, e foi chegando a casa, ouviu a sinfonia, e o coro: 26E chamou um dos servos, e perguntou-lhe que era aquilo. 27E este lhe disse: E' chegado teu irmão, e teu pai mandou matar um novilho cevado, porque veio com saude. 28Ele então se indignou, e não queria entrar. Mas, saindo o pai, começou a rogá-lo que entrasse. 29Ele porém deu esta resposta a seu pai: Há tantos anos que te sirvo, sem nunca transgredir mandamento algum teu e tu nunca me deste um cabrito, para me regalar com os meus amigos: 30Mas tanto que veio este teu filho, que gastou tudo quanto tinha con prostitutas, logo lhe mandaste matar o novilho gordo. 31Então lhe disse o pai: Filho, tu sempre estás comigo, e tudo o que é meu é teu: 32Era porém necessário que houvesse banquete, e festim, pois que este teu irmão era morto, e reviveu: Tinha-se perdido, e achou-se.
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