Domingo, 17 de dezembro de 2028
Ano A · Semana I · Dia de preceito
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB3 versículos ainda não foram recuperados na digitalização do Figueiredo e aparecem como […].
Textos na tradução Figueiredo (domínio público). As leituras oficiais em português são da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB1A terra deserta e sem caminho se alegrará, e a solidão exultará, e florescerá como a açucena. 2Lançando gérmens, ela copiosamente brotará, e com intensa alegria e muitos louvores, de prazer saltará: A glória do Líbano lhe foi dada: A formosura do Carmelo, e de Saron, os seus mesinos habitantes verão a glória do Senhor, e a magnificência do nosso Deus. minhas' palavras se achou vã; ou, nenhuma destas bèstas e aves deixou de se achar ali com as outras. — Pereira.. A ELAS — As coisas já ditas, isto é, às pragas e monstros 3Confortai as mãos fracas, e corroborai os joelhos débeis. 4Dizei aos pusilânimes: Tomai ânimo, e não temais: Eis-aqui trará o vosso Deus a vingança da retribuição: O mesmo Deus virá, e ele vos salvara. 5Então se abrirão os olhos dos cegos, e desimpedirão os ouvidos dos surdos. 6Então saltará o coxo como o cervo, e desatar-se-á a língua dos mudos: Porque da terra arrebentarão mananciais de águas no deserto, e torrentes na solidão. 10E os remidos pelo Senhor voltarão, e virão a Sião cantando os seus louvores: E uma alegria sempiterna fará assento sobre a sua cabeça: Possuirão gozo e alegria, e deles fugirá a dor e o gemido. "rificou-se: isto não só naquele tempo, que Cristo mandou dizer a João: "Os cegos veem, os coxos andam, os surdos ouvem, etc." mas cada dia se está vendo o mesmo na conversão de tantos gentios, a quem Deus abre os olhos para verem o lume da lé, e crerem nele. — S. Jerônimo.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
6O qual fez o céu e a terra, o mar, e todas as coisas que neles ha
7O que guarda verdade para sempre, faz justiça aos que sofrem injúria: Dá sustento aos famintos. O Senhor desata aos que estão em grilhões:
8O Senhor alumia aos cegos. O Senhor levanta os oprimidos, o Senhor ama aos justos.
9O Senhor guarda os peregrinos, amparará ao órfão, e a viúva: E destruirá os caminhos dos pecadores.
10O Senhor reinará pelos séculos, o teu Deus, ó Sião, reinará por todas as gerações.
7Tende pois paciência, irmão, até à vinda do Senhor. Vós bem vedes como o lavrador na expectação de fringir deste texto a autoridade legislativa e judiciária dos príncipes seculares, declama altamente aqui contra a dos Trelados eclesiásticos, o que é uma prova convincente da hipócrisia e má fé daquele Heresiarca. PARA O DIA DO SACRIFÍCIO — O sentido do Apóstolo é significar que estes, aue em vida assim se regalam, virão a ser no dia do juízo o delicioso pasto das aves do Céu e das bestas feras da terra, isto é, dos demônios, segundo o que es-. crevera Ezequiel, 39, 17, e repetiu depois S. João no Apocalipse, 19, 21. Outros com Amelote, vertem assim: Como nos dias em E neste sentido alude o Apóstolo que se oferecem as vítimas. aos banquetes que se faziam nos dias dos sacrifícios, que, como se taziam das mesmas rezes ja imoladas, eram mais esplendidos que os ordinários, dos guais banquetes se referem muitos exemplos no Livro do Gênesis e nos dos Reis, que o mesmo Amelote: aponta. -285:-- • 1: recolher o precioso fruto da terra, está esperando pacientemente que venham as chuvas temporás e seródias. 8Esperai pois também vós outros com paciência, e fortalecei os vossos corações: Porque a vinda do Senhor está próxima. para que Não vogais sintais. Olai que o tiz ess dians, da porta. IU Lomal., irmãos, por exemplo do tum que tem a aflição, o trabalho e a paciência, aos profetas, que falaram em nome do Senhor. 9Nolite ingemiscere, fratres, in alterutrum, ut non judicemini. Ecce judex ante januam assistit.vg 10Exemplum accipite, fratres, exitus mali, laboris, et patientiæ, prophetas qui locuti sunt in nomine Domini.vg
1O Espírito do Senhor repousou sobre mim, por• que o Senhor me encheu da sua unção: Ele me enviou para evangelizar aòs mansos, para curar os contritos do coração, e pregar remissão aos cativos e soltura aos encarcerados:
2E como João, estando no cárcere, tivesse ouvido as obras de Cristo, enviando dois de seus discípulos, 3lhe fez esta pergunta: Tu és o que hás-de vir, ou é outro o que esperamnos? 4E respondendo Jesus, lhes disse: Ide contar a João o que ouvistes, e vistes. 5Os cegos veem, os coxos andam, os leprosos limpam-se, os surdos ouven, os mortos ressuscitam, aos pobres anuncia-se-lhes o Evangelho: 6E bem-aventurado aquele que não for escandalizado em mim. (I): NO CARCERE — S. João Batista estava prisionelro em Maqueronte, a este do Mar Morto.:- 73 - 7E logo que eles se foram, começou Jesus a falar de João às gentes: Que saístes vós a ver no deserto? uma cana agitada do vento? 8Mas que saístes a ver? um homem vestido de roupas delicadas? Bem vedes que os que vestem roupas delicadas, são os que assistem nos palácios dos reis. Mas que saístes a ver? um profeta? Certamente vos digo, e ainda mais do que profeta. 9Sed quid existis videre? prophetam? Etiam dico vobis, et plus quam prophetam.vg 10Porque este é de quem está escrito: Eis-aí envio eu o meu anjo ante a tua face, que preparará o teu cami•nho diante de ti. 11Na verdade vos digo, que entre os nascidos de mulheres não se levantou outro maior que João Batista. Mas o que é menor no reino dos Céus, é maior do que ele.