Carmelita de Lisieux (1873-1897), autora de História de uma alma. Doutora da Igreja (1997) e padroeira das missões.
Padroado
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Quarta-feira, 1 de outubro de 2025
Ano C · Semana I
Leituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB1 versículo ainda não foi recuperado na digitalização do Figueiredo e aparece como […].
Textos na tradução Figueiredo (domínio público). As leituras oficiais em português são da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB1Sucedeu pois no mês de Nisan no ano vigésimo do reinado de Artaxerxes: E estava posto vinho diante dele e eu tomei o vinho, e o ministrei ao rei: E eu estava como abatido na sua presença. 2E o rei me disse: Por que está triste o teu rosto, não te vendo estar doente? Isto não é sem causa, e não sei que mal há no teu coração. E eu me enchi de um temor grande, e excessivo. 3E disse ao rei: O' rei, vive eternamente: Por que não há de estar o meu rosto amargurado pois que a cidade que é a casa dos sepulcros de meus pais, está deserta, e as suas portas foram queimadas pelo fogo? 4E o rei me disse: Que me pedes tu? E fiz eu oração ao Deus do Céu, 2 Esdras 2, é-i2 5e disse ao rei: Se é do agrado do rei, e o teu servo é aceito em tua presença, peço-le que me mandes à Judéia, à cidade dos sepulcros de meus pais, e eu reedificarei. 6E disse-me o rei, e a rainha, que estava assentada a par dele: Que tempos durará a tua jornada, e quando voltarás tu? Eu lhe apontei o tempo: E aprazeu na presença do rei, e me permitiu que fosse. 7E disse ao rei: Se ao rei parcee bem, eu llie surplico que me dê cartas para os governadores das províncias de além do rio, para que me dém passagem, até eu chegar à Judéia: 8E uma carta para Asaf guarda do bosque do rei, a fim de me dar madeiras, com que cubra as portas das torres da casa, e os muros da cidade, e a casa em que eu me alojar. E o rei me concedeu tudo, segundo era comigo a mão favorável do meu Deus.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Junto dos rios de Babilônia, ali nos assentamos e pusemos a chorar: Lembrando-nos de Sião:
2Nos salgueiros que há no meio dela. penduramos nossas harpas.
3Porque ali nos pediram os que nos levaram cativos, palavras de canções: E os que por força nos levaram, disseram: Cantai-nos um hino dos cânticos de Sião.
4Como cantaremos o cântico do Senhor em terra alheia?
5Se me esquecer de ti, Jerusalém, a esquecimento seja entregue a minha direita.
6Fique pegada a minha língua às minhas fauces, se eu me não lembrar de ti: Se não me propuser a Jerusalém, como principal objeto da minha alegria.
57E aconteceu isto: Indo ele pelo caminho, veio um homem, e disse a Jesus: Eu seguir-te-ei para onde quer que tu fores. 58Respondeu-lhe Jesus: As raposas têm suas covas, e as aves do Céu têm seus ninhos: Mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça. gente de mundo para se de seu par da a me e - 59E a outro disse Jesus: Segue-me: E ele lhe disse: Senhor, permite-me que vá eu primeiro enterrar a meu pai. Deus. 60Dixitque ei Jesus: Sine ut mortui sepeliant mortuos suos: tu autem vade, et annuntia regnum Dei.vg 61E disse-lhe outro: Eu, Senhor, seguir-te-ei, mas dá-me licença que eu vá primeiro dispor dos bens que tenho em minha casa. 62Respondeu-lhe Jesus: Nenhum que mete a sua mão no arado, e olha para trás, é apto pata o Reino de Deus.
Carmelita de Lisieux (1873-1897), autora de História de uma alma. Doutora da Igreja (1997) e padroeira das missões.
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