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Quarta-feira, 3 de dezembro de 2025
Ano A · Semana II
Leituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB1 versículo ainda não foi recuperado na digitalização do Figueiredo e aparece como […].
Textos na tradução Figueiredo (domínio público). As leituras oficiais em português são da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB6E o Senhor dos exércitos fará neste monte para todos os povos um banquete de manjares substanciais, um banquete de vinho de substanciais tutanos, dum vinho sem fezes. 7E neste monte quebrará a prisão do laço atado sobre todos os povos e a teia que urdiu sobre todas as nações. Interpreta este redemoinho, e este calor, dos tormentos que Cristo 8Ele precipitará a morte para sempre: E o Senhor Deus enxugará as lágrimas de todas as faces e tirara de cina de toda a terra o opróbrio do seu povo: Porque o Senhor falou. 9E dirá naquele dia: Eis-aqui temos que este é o nosso Deus, por ele esperamos e ele nos salvará: Este é que é o Senhor, nós o esperamos longo tempo, nós exultaremos e alegrar-nos-emos com a salvação que ele nos der. 10Porque neste monte repousará a mão do Senhor: E Moal será trilhado debaixo dele, assim como se trilham as palhas debaixo dum carro.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Salmo de Davi. peregrinos, os pupilos, e as viúvas. Dt 16, 11-14. E aos convites da Igreja primitiva, quando os recém-convertidos comiam todos juntos com alegria, e simplicidade de coração. At 2, 46. E finalmente ao banquete do Santíssimo Sacramento. — Bossuet. O Senhor me governa, e nada me faltará:*
2Em um lugar de pastos ali me colocou. Ele me conduziu junto a uma água de refeição:
3Converteu a minha alma. Levou-me por veredas de justiça, e por amor do seu nome.
4Pois ainda quando andar no meio da sombra da morte, não temerei males: Porquanto tu estás comigo. A tua vara, e o teu báculo, eles me consolaram.
5Preparaste uma mesa diante de mim, à vista daqueles que me angustiavam. Ungiste com o óleo pingue a minha cabeça: E o meu cálice que embriaga quam precioso é!
6E a tua misericórdia irá após de mim todos os dias da minha vida. E a fim de que eu habite na casa do Senhor, por diuturnidade de dias. deste Salmo. Não é fácil determinar o motivo que Davi tem para a composição dêsto Salmo. E' opinião verossímil que fora composto no deserto de ZIl, no tempo das grandes tribulações que o Profeta Rel experimentou, quando, abandonado dos seus, não podia já ter outra confiança, senão a que lhe inspirava a sua piedado, esperando de Deus o remédio de seus males. Tem cinco estroles. Nas três primeiras o Salmista exprime a felicidade que goza o que vive sob a guarda de Deus, comparando estes ao rebanho guiado pelo pastor fiel. Este mesmo pensamento está nas duas últimas, sob uma outra imagem familiar aos hebreus. Deus serve um festim aos seus, que a ele assistem depois de se terem perfumado, terminando por pedir a Deus habitar na sua casa por Todo o Sempre.
29E tendo Jesus saído dali, veio ao longo do mar de Galiléia: E subindo a um monte se assentou ali. 30Então concorreu a ele uma grande multidão de povo que trazia consigo mudos, cegos, coxos, enfermos e outros muitos: E lançaram-se a seus pés, e ele os sarou. 31De sorte que se admiravam as gentes, vendo falar os mudos, andar os coxos, ver os cegos: E engrandeciam por isso ao Deus de Israel. E LANÇÁ-LO AOS CÃES — Na frase dos judeus de que Cristo usava, chamam-se caes os gentios, por causa da impureza de seus costumes, e da imprudência com que se prostituiam à 32Mas Jesus chamando a seus discípulos, disse: Tenho compaixão destas gentes, porque ha já três dias que perseveram comigo, e não têm que comer: E não quero despedí-los em jejum, por que não desfaleçam no caminho. 33E os discípulos lhe disseram: Como poderemos nós pois achar neste deserto tantos pães, que fartemos tão grande multidão de gente? E Jesus lhes perguntou: Quantos pães tendes vós? E eles responderam: Sete, e uns poucos de peixinhos. 34Et ait illis Jesus: Quot habetis panes? At illi dixerunt: Septem, et paucos pisciculos.vg 35Mandou ele então à gente que se recostasse sobre a terra. 36E tomando os sete pães e os peixes, e dando graças, os partiu, e deu aos seus discípulos, e os discípulos os deram ao povo. 37E comeram todos e se fartaram. 'E dos frag, sete alcofas cheias. mentos que sobejaram, levantaram
16Porquanto se prego o Evangelho não tenho de que gloriar-me: Pois me é imposta essa obrigação: Porque ai de mim se eu não evangelizar. • ANTES SOFREMOS TUDO — Tudo, isto é, todos os ma- 17Pelo que se o faço de vontade, terei prêmio: E se for por força, a dispensação me veio só a ser encarregada. 18Qual é portanto a minha recompensa? Que pregando o Evangelho, dispense eu o Evangelho, sem calisar gasto, para não abusar do meu poder no Evangelho. 19Porque sendo livre para com todos, me fiz servo de todos, para ganhar muitos mais. 22Fiz-me fraco com os fracos, por ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, por salvar a todos. 23E tudo faço pelo Evangelho: Para dele me fazer participante.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Louvai todas as gentes ao Senhor: Louvai-o todos os povos.
2Porque sobre nós foi confirmada a sua misericórdia: E a verdade do Senhor permanece eternamente. Aleluia.
19Ide pois e ensinai todas as gentes: Batizando-as em nome do Padre, e do Filho, e do Espírito Santo. 20Ensinando-as a observar todas as coisas que vos tenho mandado, e estai certos de que eu estou convosco todos os dias, até à consumação do século. Autor. — Muitos críticos distinguem entre S. Marcos, o Erangelista, e João Marcos parente de Barnabé. Comumente admite-se a identidade. São uma é a mesma pessoa. Segundo os Atos dos Apóstolos, João, ou João. Marcos, estava ligado com S. Pedro, e foi em casa de sua mãe que o Príncipe dos Apóstolos, ao sair da prisão de Herodes, encontrou os cristãos reunidos, At 12, 12, o que faz supor que S. Narcos nem era pobre, nem rude. S: Pedro tomou-o para seu intérprete ou secretário, e por isso a sua composição chegou a ser conhecida pelo nome de Evangelho de S. Pedro, como refere Tertuliano, Cont. Marc., 4, 5. Se é chamado Marcos e não João, é porque estando no império romano, pregando entre os gentios, devia tomar um nome facilmente compreendido. Foi.ao Egito, alguns anos depois de S. Pedro ter estado em Ro ma, fundou a Igreja de Alexandria. S. Pedro estimava-o mirito, dando-lhe nas cartas o tratamento de filho. Certamente que era judeu e contemporâneo dos Apóstolos, o que se prova pelos muitos hebraisinos de que está cheio o seu Evangelho, bem como de citações siro-caldaicas, 2, 3-. 17; 5, 41; 7, 11, 34; 10, 46. El de tal sorte minucioso, descendo às particularidades do tempo, 1,*
15E disse-lhes: Ide por todo o mundo. pregai o Evangelho a toda a criatura. 16O que crer e for batizado, será salvo: o que porém não crer será condenado. 17E estes sinais seguirão aos que crerem: Expu!sarão os demônios em meu Nome, falarão novas linguas. 18Manusearão as serpentes: E se beberem alguma potagem mortífera, não lhes fará mal: Porãn as mãos sobre os enfermos, e sararão. 19E na realidade o Senhor Jesus, depois de assim lhes haver falado, foi assunto an Cél, onde está assentado à mão direita de Deus. 20E eles tendo partido, pregaram em toda a parte, • cooperando com eles o Senhor, e confirmando a sua pregação com os milagres que a acompanhavan. vez, mas outras muitas, no espaço de quarenta dias, como declara S. Lucas nos Atos dos Apóstolos. — Amelote. Evangelho de S. Lucas mo em Antioquia, onde travou relações com S. Barnabé e S. Paulo e depois com S. Pedro. Quando nos Atos dos Apóstolos 10, 10, se refere a S. Paulo fala do Principa dos Apóstolos como dum antigo conhecido, o que não acontece a respeito de Timóteo, At 16, 1. Acompanha S. Paulo de Tróade para Filipos, na Macedônia, onde ficou, enquanto que o Apóstolo se dirigia para a Grécia com os seus companheiros. Estere bastante tempo ausente de S. Paulo, a quem depois seguiu para o Oriente, voltando à Itália, permanecendo ambos em Roma durante dois anos. Durante este último lapso de tempo, S. Paulo fala dele duas vezes nas suas Epístolas (Col 6, 14: Flm*
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