Sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
Ano A · Semana II
Leituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBTextos na tradução Figueiredo (domínio público). As leituras oficiais em português são da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB3Tomando Saul pois consigo três mil homens esco• Ihidos de todo o Israel, saiu a buscar a Davi e à sua gente, até sobre os rochedos mais escarpades onde só podem subir as cabras montesas. 4E chegou a uns currais de ovelhas, que encontrou no caminho: E havia lá uma cova onde entrou Satil, a fazer as suas necessidades: Mas Davi é os seus estavar escondidos no interior da mesma cova. 5E disseram a Davi os seus criados: Eis-aqui o dia, do qual o Senhor te disse: Eu te entregarei o teu inimigo, para fazeres dele o que bem te parecer. Chegou-se pois Davi, e cortou muito de mansinho a orla do manto de Saul. 6E logo depois bateu o coração de Davi. por ter •cortado a orla do manto de Saul. 7E disse para a sua gente: Deus me guarde de que eu faça uma tal coisa ao que é meu amo, ao ungido do Senhor, nem que eu. estenda a mão contra ele, pois é o Cristo do Senhor. 8E com estas palavras conteve Davi os seus, e impediu que eles se lançassem sobre Saul: Pelo que Saul, saindo da caverna. prosseguia o ser caminho. 9Levantou-se também Davi depois dele: E tendo saído da caverna, gritou por detrás das costas de Saul, dizendo: Rei, meu.senhor. E olhou Saul para trás: e Davi, abaixando-se até o chão, lhe fez uma profunda reverência, 10e disse a Saul: Por que dás tu ouvidos às palavras dos que te dizem: Davi intenta fazer-te mal? 11Eis-aqui viste tu hoje com os teus olhos que o Senhor te entregou nas minhas mãos na caverna: e eu mesmo tive pensamentos de te matar, mas não o quis fazer: Porque disse: Não estenderei a mão sobre meu amo, porque é o ungido do Senhor. 12Antes vê, meu pai, e reconhece se é a orla do teu manto esta que tenho na minha mão: pois cortando a extremidade do teu vestido não quis estender a minha mão contra ti: adverte pois, e olha, que eu não sou culpável de algum mal, nem de alguma injustiça, e que não pequei contra ti: Mas tu andas buscando os meios de me tirares a vida. 13O Senhor seja o juiz entre mim e ti, e o Senhor me vingue de ti: mas nunca a minha mão seja contra ti. de Davi a ele, e mesino o verbo empregado nakah, significa percutere, mas também palpitare (cor). Cir. Leopoldo, ob. cit.; com 14E assim como se diz em antigo provérbio: Dos impios sairá a impiedade: Mas nunca a minha mão seja contra ti.. 15A quem persegues tu, ó rei de Israei? a quem persegues? Persegues a um cão morto, e a uma pulga. 16Seja o Serihor juiz, e julgue entre mim e ti: e veja, e julgue a minha causa, e me livre das tuas mãos. 17Como pois tivesse Davi acabado de dizer a Saul estas palavras, disse Saul: Porventura é esta a tua voz, ó meu filho Davi? E levantou Saul a sua voz, e chorou: 18E disse a Davi: Tu és mais justo do que eu: Porque tu só me tens feito bem: e eu só te tenho feito mal. 19E tu mostraste hoje os bens que me tens feito: Pois que tendo-me o Senhor entregue nas tuas mãos, tu me não tiraste a vida. 20Porque quem há que achando a seu inimigo, o deixe ir sem lhe fazer mal? Mas o Senhor te pague esta benevolência, pelo que hoje obraste para comigo. 21E agora porque sei que certissimamente hás-de reinar, e que hás-de ter em tua mão o reino de Israel:
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
2Tem piedade de mim, i Deus, tem piedade de mim: Porque em ti confia a minha alma.. E na sombra das tuas asas esperarei, até que passe a iniquidade.
3Clamarei ao Déus altíssimo: Ao Deus que me fez bens.
4Enviou desde o céu, e livrou-me: Cobriu de opróbrio aos que me pisavam. Enviou Deus a sua misericórdia, e a sua verdade,
6Exalta-te a ti; ó Deus, sobre os céus: E brilhe a tua glória por toda a terra.
11Porque a tua misericórdia tem sido engrandecida até aos céus, e a tua verdade até às nuvens.
19Porque certamente Deus estava em Cristo reconciliando o mundo consigo, não lhes imputando os seus pecados, e ele é o que pôs em nós a palavra da reconciliação.
13Depois, tendo subido a um monte, chamou Jesus para si os que quis: E vieram a ele. 14E escolheu doze para que andassem com ele: E ' para os enviar a pregar. 15E lhes deu o poder de curar enfermidades e de expelir demônios. • 16A saber, a Simão, a quem pôs o none de Pedro: 17E a Tiago, filho de Zebedeu, e a João, irmão de Tiago, aos quais ele deu o nome de Boanerges, que quer dizer, filhos do trovão: • 18E a André, e a Filipe, e a Bartolomeu, e a Mateus, e a Tomé, e a Tiago, filho de Alfeu, e a Tadeu, e a Simão Cananeu: 19E a Judas Iscariotes, que foi o mesmo que o entregou.