Domingo, 11 de março de 2029
Ano A · Semana I · Dia de preceito
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB1 versículo ainda não foi recuperado na digitalização do Figueiredo e aparece como […].
Textos na tradução Figueiredo (domínio público). As leituras oficiais em português são da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB1E disse o Senhor a Samuel: Até quando chorarás tu a Saul, tendo-o eu rejeitado, para não remar sobre Israel? Enche o teu corno de óleo, e vem. para eu te enviar a Isai de Belém: Porque dentre os seus fiIhos tenho escolhido para mim um rei. 6Cumque ingressi essent, vidit Eliab, et ait: Num coram Domino est christus ejus?vg 7E disse o Senhor a Samuel: Não olhes para o seu vulto, nem para a altura da sua estatura: Porque eu o rejeitei,, nem eu julgo do homem pelo que aparece à vista: Porque o homem vê o que está patente, mas o Senhor olha para o coração. S E chamou Isai a Abinadab, e o apresentou a Samuel. O qual disse: Nem este é o escolhido do Senhor. • Trouxe pois Isai a Sama. do qual disse Samuel: Também a este não escolheu o Senhor. 10Fez pois vir Isai os seus sete filhos diante. de Samuel: e disse 'Samuel a Isai: A nenhum destes escolheu o Senhor. 11E disse Samuel a Isai: Acaso não tens tu outros filhos? Isai respondeu: Ainda falta um pequeno, que anda apascentando as ovelhas. E disse Samuel a Isai: Manda-o vir: porque não nos havemos de assentar à mesa menos que ele não venha aqui. 12Mandou-o pois chamar, e o apresentou. Era porém ruivo, e formoso de rosto, e de gentil presença: E o Senhor disse: Levanta-te, unge-o, porque este mesmo é. 13Tomou pois Samuel o corno de óleo, e o ungiu no meio de seus irmãos: E daquele dia em diante se comunicou sempre o espírito do Senhor a Davi: e le vantando-se Samuel partiu para Ramata.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Salmo de Davi. peregrinos, os pupilos, e as viúvas. Dt 16, 11-14. E aos convites da Igreja primitiva, quando os recém-convertidos comiam todos juntos com alegria, e simplicidade de coração. At 2, 46. E finalmente ao banquete do Santíssimo Sacramento. — Bossuet. O Senhor me governa, e nada me faltará:*
2Em um lugar de pastos ali me colocou. Ele me conduziu junto a uma água de refeição:
3Converteu a minha alma. Levou-me por veredas de justiça, e por amor do seu nome.
4Pois ainda quando andar no meio da sombra da morte, não temerei males: Porquanto tu estás comigo. A tua vara, e o teu báculo, eles me consolaram.
5Preparaste uma mesa diante de mim, à vista daqueles que me angustiavam. Ungiste com o óleo pingue a minha cabeça: E o meu cálice que embriaga quam precioso é!
6E a tua misericórdia irá após de mim todos os dias da minha vida. E a fim de que eu habite na casa do Senhor, por diuturnidade de dias. deste Salmo. Não é fácil determinar o motivo que Davi tem para a composição dêsto Salmo. E' opinião verossímil que fora composto no deserto de ZIl, no tempo das grandes tribulações que o Profeta Rel experimentou, quando, abandonado dos seus, não podia já ter outra confiança, senão a que lhe inspirava a sua piedado, esperando de Deus o remédio de seus males. Tem cinco estroles. Nas três primeiras o Salmista exprime a felicidade que goza o que vive sob a guarda de Deus, comparando estes ao rebanho guiado pelo pastor fiel. Este mesmo pensamento está nas duas últimas, sob uma outra imagem familiar aos hebreus. Deus serve um festim aos seus, que a ele assistem depois de se terem perfumado, terminando por pedir a Deus habitar na sua casa por Todo o Sempre.
8Porque noutro tempo éreis trevas: Mas agora sois luz no Senhor. Andai como filhos da luz: 9Porque o fruto da luz consiste em toda a bondade, e em justiça, e em verdade: 10Aprovando o que é agradável a Deus: 11E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes pelo contrário condenai-as. 12Porque as coisas que eles fàzem em secreto, vergonha é ainda o dizê-las. 13Mas todas as que são repreensíveis, se descobrem pela luz: Porque tudo o que se manifesta, é luz. 14Pelo que a Escritura diz: Desperta tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te allimiará:
12E outra vez lhes falou Jesus, dizendo: Eu sou a luz do mundo: O que me segue não anda em trevas, mas terá o lume da vida
1E passando Jesus, viu a um homem que era cego de nascença: 2E seus discípulos lhe perguntaram: Mestre, que pecado fez este, ou fizeram seus pais, para nascer cego? 3Respondeu Jesus: Nem foi por pecado que ele fizesse, nem seus pais: Mas foi para se manifestarem nele as obras de Deus. • 4Importa que eu faça as obras daquele que me en• viou, enquanto é dia: A noite vem, quando ninguém pode obrar. 5Eu entretanto que estou no mundo, sou a luz do mundo. 6Dito isto, cuspiu no chão, e fez lodo, do cuspo, e untoir com o lodo os olhos do cego, 7e disse-lhe: Vai, lava-te na piscina de Siloé (que quer dizer o Enviado). Foi ele pois e lavou-se, e veio com vista. 8Então os seus vizinhos, e os que o tinham visto antes pedindo esmola diziam: Não é este aquele que estava assentado e pedia esmola? Respondiam uns: Este é. 9Outros, pelo contrário: Não é, mas é outro que se parece com ele. Porém ele dizia: Eu é que sou. 10Perguntaram-lhe pois: Como te foram abertos os olhos? 11Respondeu ele: Aquele homem que se chama Jesus fez lộdo: E untou-me os olhos, e disse-me: Vai ao tanque de Siloé, e lava-te. E fui, lavei-me, e acho-me com vista. 12E perguntaram-lhe: Onde está ele? Respondeu: Não sei. 13Então levaram o que fora cego aos fariseus. 14E era dia de sábado, quando Jesus fez o lodo, e lhe abriu os olhos. 15Perguntaram-lhe pois de novo os fariseus, de que modo vira. E ele lhes disse: Pôs-me lodo sobre os olhos, e lavei-me, e estou vendo. 16Pelo que diziam alguns dos fariseus: Esse homem, que não guarda o sábado, não é de Deus. Porém é retangular, abastecido pela água que vem dum canal cavado no rochedo. Uma inscrição hebraica descoberta em 1880, datando do a queste bre pis finde a e venda virge. • ENVIADO - Não omite lavar as nossas culpas, por meio da Fé e do Batismo. — Duhamel. outros diziam: Como pode um homem pecador fazer estes prodígios! e havia dissensao entre eles. 17Perguntaram pois ainda ao cego: Tu que dizes daquele que te abriu os olhos? E respondeu ele: Que é um profeta. 18Mas os judeus não creram que ele fosse cego, e visse, enquanto não chamaram os pais do que vira: 19E lhes fizeram esta pergunta, dizendo: E' esse o vosso filho, que vós dizeis que nasceu cego? Pois como vê agora? 20Seus pais lhes responderam, e disseram: O que nós sabemos é que este é nosso filho, e que ele nasceu cego: 21Mas não sabemos como ele agora vê: Ou quem foi o que lhe abriu os olhos, nós o não sabemos também: Perguntai-lho a ele mesmo: Ele idade tem, que fale ele mesmo de si. 22Isto disseram seus pais, por medo que tinham dos judeus: Porque já os judeus tinham conspirado em ser expulsado fora da Sinagoga todo o que confessasse que Jesus era o Cristo. E LHES FIZERAM ESTA PERGUNTA — Como se vê, houve um verdadeiro inquérito, com todas as formalidades: 23Por isso é que seus pais responderam: Ele idade tem, perguntai-lho. 24Tornaram pois a chamar ao homem que fora cego, e disseram-lhe: Dá glória a Deus: Nós sabemos que esse homem é um pecador. 25Então lhes respondeu ele: Se ele é pecador, não sei: O que só sei, é que sendo eu antes cego, vejo agora. 26Perguntaram-lhe pois: Qué é o que te fez ele? como te abriu ele os olhos? 27Respondeu-lhes: Eu já vó-lo disse, e vós já o ouvistes: Por que o quereis vós tornar a ouvir? Quereis vós porventura fazer-vos tanıbém seus discípulos? 28Sobre isto. o carregaram eles de injúrias, e lhe disseram: Discípulo dele sejas tu: Que nós outros somos discípulos de Moisés. 29Nós sabemos que Deus falou a Moisés: Mas deste não sabemos donde é. 30Respondeu aquele homem, e disse-lhes: Por certo que é coisa admirável, que vós não saibais donde ele é, e que ele me abrisse os olhos: 31E nós sabemos que Deus não ouve a pecadores: Mas se alguém lhe dá culto, e faz a sua vontade, a este escuta Deus. 32Desde que há mundo, nunca se ouviu que alguém abrisse os olhos a um cego de nascença. 33Se este não fosse. de Deus, não podia ele obrar coisa alguma. 34Responderam eles, e disseram-lhe: Tu desde o ventre de tua mãe todo és pecado, e tu és o que nos queres ensinar? E lançaram-no fora. 35Ouviu Jesus dizer que o tinham lançado fora: E havendo-o encontrado disse-lhe: Tu crês no Filho de Deus? 36Respondeu ele, e disse: Quem é ele, Senhor, para eu crer nele? 37Disse-lhe pois Jesus: Até já tu o viste, e é aquele mesmo que fala contigo. 38Então responde ele: Eu creio, Senhor: E prostrando-se, o adorou. 39E Jesus lhe disse: Eu vim a este mundo a exercitar um juízo: A fim de que os que não veem, vejam, e os que veem, se façam cegos. 40E ouviram alguns dos fariseus, que estavam com ele, e disseram-lhe: Logo também nós somos cegos? 41Respondei-lhes Jesus: Se vós fôsseis cegos não teríeis culpa: Mas como vós agora mesmo dizeis: Nós vemos, fica subsistindo o vosso pecado.