Terça-feira, 18 de novembro de 2031
Ano C · Semana I
Memórias facultativasDedicação das Basílicas dos Santos Pedro e Paulo, Apóstolos
Onde participar da Missa neste diaLeituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBTextos na tradução Figueiredo (domínio público). As leituras oficiais em português são da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB18Eleazar pois, um dos primeiros doutores da lei, varão provecto na idade, e de venerável presença, depois de lhe abrirem a boca à força, era constrangido a comer carne de porco. 19Mas ele, preferindo uma morte cheia de glória a uma vida odiosa, voluntariamente se encaminhava ao suplício. 20Considerando pois o que lhe convinha sofrer neste recontro, firme na paciência, resolveu não fazer nada contra a lei por amor da vida. 21Mas os que estavam presentes, movidos de uma injusta compaixão, por causa da antiga amizade que tinham com o homem, tomando-o à parte, lhe rogavam que tivesse por bem que lhe trouxessem das carnes, que lhe era lícito comer, para assim se poder fingir que ele tinha comido das carnes do sacrifício, como o rei o tinha mandado: 22Tudo a fim de que por este modo se livrasse ele da morte: E usavam eles com Eleazar desta espécie de humanidade, por efeito da antiga afeição que lhe professavam. 23Mas ele começou a considerar o que era digno do auge da sua idade e velhice, e das suas cãs sócias daquela grandeza de ânimo que lhe era natural, e dos irrepreensíveis costumes em que sempre se criara desde menino: E logo respondeu segundo as ordenações da lei santa, e estabelecida por Deus, dizendo que ele antes queria ser lançado na sepultura. 24Porque não é digno da idade em que eu me acho, lhes dizia ele, usar de uma tal ficção: Dela poderá resultar que muitos moços, tendo para si que Eleazar em idade de noventa anos passara para a vida dos pagãos: 25Venham também eles por causa deste meu fingimento, e por conservar um pequeno resto de uma vida corruptível, a cair em erro, e com isto me grangearia eu uma vergonhosa nota, e a execração dos homens sobre a minha velhice. 26Porque dado que eu me livrasse presentemente dos suplícios dos homens, não poderia todavia fugir à mão do Todo-Poderoso, nem na vida, nem depois da morte. 27Pelo que morrendo valorosamente, parecerei por certo digno da velhice em que estou: 28E deixarei aos moços um exemplo de fortaleza, se sofrer com ânino pronto, e constante uma honrosa morte em defesa de leis tão graves, e tão santas. Tanto que acabou de dizer estas palavras, foi logo arrebatado para o suplício. 29E os que o levavam, e que pouco antes tinham sido mais brandos, se acenderam em cólera por causa das palavras que Eleazar acabara de dizer, as quais eles entendiam tê-las proferido por arrogância. 30E quando ele estava a ponto de morrer pela veemência dos golpes, deu um grande suspiro, e disse: Senhor, que tens uma ciência toda santa, tu sabes claramente que podendo eu livrar-me da morte, sofro em meu corpo acerbas dores: Mas que na alma sinto alegria em as padecer pelo temor que te tenho. 31E desta maneira é que ele morreu, deixando não somente aos moços, mas também a toda a sua nação, a lembrança da sua morte para exemplo de virtude, e de fortaleza.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
2Senhor por que são em tão grande número os que me perseguem? muitos se levantam contra min.
3Muitos dizem à minha alma: Não há salvação para ele em seu Deus.
4Porém tu, Senhor, és o meu protetor, a minha glória e o que exaltas a minha cabeça.
5Com a minha voz clamei ao Senhor: E me ouviu desde o seu santo monte.
6Eu dormi e estive sepultado no sono: E levantei-me, porque o Senhor me amparou.
7Não temerei aqueles milhares de povo que me cercam: Levanta-te, Senhor, salva-me, Deus meu.
1Jesus tinha entrado em Jericó e estava passando pela cidade. 2Havia ali um homem chamado Zaqueu, que era chefe dos publicanos e muito rico. 3Ele procurava ver quem era Jesus, mas não conseguia, por causa da multidão, pois era baixinho. 4Então ele correu à frente e subiu numa árvore para ver Jesus, que devia passar por ali. 5Quando Jesus chegou ao lugar, olhou para cima e disse: “Zaqueu, desce depressa! Hoje eu devo ficar na tua casa”. 6Ele desceu depressa, e o recebeu com alegria. 7Ao ver isso, todos começaram a murmurar, dizendo: “Foi hospedar-se na casa de um pecador!” 8Zaqueu pôs-se de pé, e disse ao Senhor: “Senhor, a metade dos meus bens darei aos pobres, e se prejudiquei alguém, vou devolver quatro vezes mais”. 9Jesus lhe disse: “Hoje aconteceu a salvação para esta casa, porque também este é um filho de Abraão. 10Com efeito, o Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido”.