Santa Isabel de Portugal
Padroado
- Coimbra (Portugal)
- pacificadores (devoção popular)
- esposas em casamentos difíceis (devoção popular)
Quarta-feira, 4 de julho de 2029
Ano A · Semana I
Memórias facultativasSanta Isabel de Portugal
Onde participar da Missa neste diaLeituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBTextos na tradução Figueiredo (domínio público). As leituras oficiais em português são da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB5tendo então cem anos: porque nesta idade é que ele veio a ser pai de Isaac. 8Entretanto nasceu o menino, e foi desmamado: e no dia, que ele foi desmamado, deu Abraão um grande banquete. 9Sara porém, como visse o filho de Agar egiptana brincando com seu filho Isaac, disse para Abraão: 10Expulsa esta escrava com seu filho: Porque o filho da escrava não será herdeiro com meu filho Isaac. 11Pareceu isto duro a Abraão, por causa de seu filho Ismael. 12Mas o Senhor lhe disse: Não te pareça áspero o que Sara te disse de teu filho, e da tua escrava. Antes tudo o que Sara te disser faze-o: porque de Isaac é que há de sair a raça, que há de ter o teu nome. 13E quanto ao filho da tua escrava, eu o farei também pai de um grande povo, por ele ter saído de ti. 14Abraão pois tendo-se levantado de manhã, tomou pão e um odre d'água, e pô-lo às costas a Agar: Entregou-lhe seu filho, e despediu-a. Agar tendo partido, andava errante pelo deserto de Bersabé. 15E como se lhe tivesse acabado a água do odre, deixou seu filho deitado debaixo de uma árvore, que ali havia, 16e se alongou dele um tiro de arco, e se assentou bem defronte, dizendo: Não verei morrer a meu filho: E levantando a voz, se pôs a chorar. 17Ora Deus ouviu a voz do menino: e o anjo do Senhor chamou a Agar do céu, e lhe disse: Agar, que fazes tu por aqui? Não temas: porque Deus ouriu a voz do teu menino do lugar, onde está. 18Levanta-te, toma o menino, e tem-no pela mão: porque eu o farei pai de um grande povo. 19Ao mesmo tempo abriu Deus os olhos de Agar, a qual vendo um poço dágua, foi a ele, e encheu o seu odre, e deu de beber ao menino. 20Assistiu Deus ao menino, e ele cresceu, e ficou vivendo no deserto, e saiu um moço bom frecheiro.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
7Este pobre levantou o grito, e o Senhor o ouviu: E ele o salvou de todas as suas tribulações.
8O anjo do Senhor andará à roda dos que o temem: E os livrará.
10Temei ao Senhor todos vós os seus Santos: Porque os que o temem, não caem em pobreza.
11Os ricos necessitaram e tiveram fome: Mas os que buscam ao Senhor, não serão privados de bem algum.
12Vinde, filhos, ouvi-me: Eu vos ensinarei o temor do Senhor.
13Quem é o homem que quer a vida: E que deseja ver os dias bem-aventurados?
28E quando Jesus passou à outra parte do lago, ao pais dos gerasenos, vieram-lhe ao encontro dois endemoninhados, que saíam dos sepulcros, em extremo furiosos, de tal maneira que ninguém ousava passar por aqueles. camuntios. 29E gritaram logo ambos, dizendo: Que temos nós contigo, Jesus, Filho de Deus? Vieste aqui atormentarnos antes de tempo? 30Ora em alguma distância deles andava uma manada de muitos porcos pastando. 31E os demônios o rogavam, dizendo: Se nos lanças daqui, manda-nos para a manada dos porcos. 32E ele lhes disse: Ide. E saindo eles se foram aos porcos, e no mesmo ponto toda a manada correu imcidades, e dos povoados, para que os cadáveres não infeccionasem o ar com a sua corrupção, e porque os que se chegavam a ele ficavam impuros, segundo a lel. Nura 19, 11. petuosamente por um despenhadeiro a precipitar-se no mar: E morreram afogados nas águas.* 33E os pastores fugiram: E vindo à cidade, contaram tudo, e o sucesso dos que tinham sido endemoninhados. 34E logo toda a cidade saiu a encontrar-se com Jesus: E quando o viram, pediram-lhe que se retirasse do seu terno. 1•. Entrando em uma barca, passou à outra banda, e foi à sua cidade.. 2 E eis-que lhe apresentarani um paralítico, que jazia em um leito. E vendo Jesus a fé deles, disse ao paralítico: Filho, tem confiança, perdoados te são teus pecados. 3 E logo alguns dos escribas disseram dentro de "si: Este blasfema.: 4 E como visse Jesus os pensamentos deles, disse: Por que cogitais mal nos vossos corações? • E FOI A SÍA CIDADE — A Cafarnaum, onde costumava habitar. A FÉ DELES — A do paralítico, é a dos que o traziam.
Padroado